BALILA 25MG 75 CAPS JOLLY HEALTHCARE
embalagem com 75 cápsulas Princípio ativo CategoriasO diazóxido é um medicamento da classe dos abridores dos canais de potássio (KATP channel opener). Sua principal ação é inibir a liberação de insulina pelas células beta do pâncreas, aumentando a glicemia. Por esse motivo, é utilizado principalmente no tratamento da hipoglicemia causada por hiperinsulinismo.
Solicitar CotaçãoO que é Balila (diazóxido)?
Balila é um medicamento cujo princípio ativo é o diazóxido, substância pertencente à classe dos abridores de canais de potássio sensíveis ao ATP, também chamados canais KATP. Este fármaco foi desenvolvido para o controle da hipoglicemia associada a quadros de hiperinsulinismo, situação em que o pâncreas libera insulina em quantidade superior à necessária para manter a glicemia em níveis adequados. O diazóxido é considerado um medicamento de referência no manejo clínico dessas condições, sendo utilizado há várias décadas em ambiente hospitalar e ambulatorial, sempre sob supervisão médica especializada.
Para que serve?
Conforme informações regulatórias disponíveis na base DailyMed, mantida pela National Library of Medicine dos Estados Unidos, o diazóxido é indicado para o tratamento da hipoglicemia decorrente de hiperinsulinismo relacionado a diferentes condições clínicas. Em adultos, essa terapia pode ser utilizada em casos de tumores inoperáveis das células das ilhotas pancreáticas, como adenomas ou carcinomas, além de hipoglicemia associada a neoplasias extrapancreáticas.
Em crianças e lactentes, o medicamento é empregado no manejo do hiperinsulinismo congênito, incluindo quadros de hiperplasia das células das ilhotas, nesidioblastose e sensibilidade à leucina. Uma entidade médica relacionada é o insulinoma, tumor pancreático raro que também pode causar hipoglicemia por excesso de insulina, conforme descrito pelo MedlinePlus.
Como funciona?
O diazóxido atua sobre os canais de potássio sensíveis ao ATP presentes nas células beta do pâncreas. Ao abrir esses canais, o fármaco reduz o influxo de cálcio para dentro dessas células, o que inibe a liberação de insulina. Como consequência, observa-se aumento da glicemia, revertendo o quadro de hipoglicemia. Além do efeito pancreático direto, o medicamento também apresenta ação extrapancreática que contribui para a elevação dos níveis de glicose no sangue.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
A literatura científica e os materiais regulatórios descrevem o diazóxido como uma terapia estabelecida para o controle da hipoglicemia relacionada ao hiperinsulinismo, com uso documentado há várias décadas. Segundo o MedlinePlus, esse fármaco pode ser utilizado quando a cirurgia não é indicada ou não é possível, contribuindo para a estabilização dos níveis de glicose em pacientes com hiperinsulinismo congênito e em adultos com tumores produtores de insulina.
Não existem garantias de resultado individual. A resposta ao tratamento varia conforme a condição clínica, a idade e as características de cada paciente, sendo fundamental o acompanhamento médico contínuo.
Perguntas frequentes
Para que serve o diazóxido?
O diazóxido é utilizado no tratamento da hipoglicemia causada por hiperinsulinismo, tanto em adultos com tumores das ilhotas pancreáticas ou neoplasias extrapancreáticas quanto em crianças com hiperinsulinismo congênito.
Como funciona o diazóxido?
Ele age abrindo canais de potássio nas células beta do pâncreas, o que reduz a liberação de insulina e aumenta os níveis de glicose no sangue.
Quem pode utilizar Balila (diazóxido)?
O uso é indicado para pacientes com diagnóstico confirmado de hipoglicemia por hiperinsulinismo, conforme avaliação de um médico endocrinologista ou especialista responsável pelo caso.
Existem contraindicações?
Sim. De acordo com a bula do fabricante disponível na DailyMed, o diazóxido é contraindicado em casos de hipoglicemia funcional e em pacientes com hipersensibilidade ao diazóxido, a outros derivados tiazídicos ou a qualquer excipiente da fórmula. Pacientes com reserva cardíaca comprometida requerem atenção especial, pois o medicamento pode causar retenção de líquidos.
Como é administrado?
A administração é feita por via oral, em cápsulas ou suspensão, conforme a apresentação disponível. A dose é individualizada pelo médico responsável, com base na resposta glicêmica e no peso do paciente, podendo ser dividida em duas a três tomadas diárias.
O tratamento com diazóxido necessita acompanhamento médico?
Sim. O início do tratamento deve ocorrer sob supervisão clínica próxima, com monitoramento da glicemia, da função cardiovascular e de sinais de retenção hídrica durante todo o período de uso.
O diazóxido é aprovado por órgãos regulatórios internacionais?
Sim. O diazóxido é reconhecido por agências regulatórias internacionais para o tratamento da hipoglicemia por hiperinsulinismo, com informações de bula disponíveis publicamente na base DailyMed, vinculada à FDA e à National Library of Medicine dos Estados Unidos.
Possui alternativas terapêuticas?
Conforme informações do MedlinePlus, outras abordagens para o hiperinsulinismo incluem a cirurgia, quando há um tumor localizado, e o uso de octreotida, outro medicamento que reduz a liberação de insulina. A escolha da terapia depende da avaliação médica individual.
Como deve ser armazenado?
O armazenamento deve seguir as instruções da bula do fabricante, geralmente à temperatura ambiente, protegido de luz, calor excessivo e umidade, e sempre fora do alcance de crianças.
Qual o preço do medicamento Balila?
O valor do Balila pode variar conforme fatores como dosagem, quantidade adquirida, fabricante, país de origem, disponibilidade no mercado, tributação aplicável, modalidade de aquisição, custos logísticos envolvidos na importação e regulamentação sanitária vigente. Por isso, não é possível indicar um valor fixo ou uma faixa de preço, já que o custo final depende dessa combinação de fatores regulatórios e comerciais.
É possível comprar Balila no Brasil?
A disponibilidade do Balila no Brasil depende de fatores como registro sanitário do produto, existência de prescrição médica válida, regulamentação vigente para importação de medicamentos e disponibilidade junto aos fornecedores autorizados. A aquisição de qualquer medicamento contendo diazóxido deve sempre ser realizada com orientação médica e em conformidade com a legislação sanitária aplicável.
Informações importantes de segurança
O uso do diazóxido deve ocorrer exclusivamente sob orientação e prescrição médica. Este medicamento pode causar retenção de sódio e líquidos, o que pode agravar quadros de insuficiência cardíaca em pacientes com reserva cardiovascular comprometida. Outros cuidados descritos na bula do fabricante incluem monitoramento da glicemia, da pressão arterial e da função renal durante o tratamento.
- O tratamento deve ser iniciado sob supervisão clínica próxima.
- É necessário monitoramento contínuo da glicemia e da resposta terapêutica.
- Pacientes com histórico de doença cardiovascular requerem avaliação especializada antes e durante o uso.
- Em caso de sinais de reação alérgica, retenção hídrica importante ou alterações significativas da glicemia, o médico responsável deve ser contatado imediatamente.
- Não é recomendado interromper ou alterar a dose sem orientação profissional.
Fontes consultadas
- FDA e DailyMed, National Library of Medicine (National Institutes of Health), bula do PROGLYCEM (diazóxido)
- MedlinePlus (National Institutes of Health), artigo sobre Insulinoma
- NCBI/NIH
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
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Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
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Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.
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