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Princípio Ativo

BETAFOLITROPINA

Conheça os medicamentos importados pela Relifarm com este princípio ativo. Importação sob demanda mediante prescrição médica, conforme a RDC 81/2008 da ANVISA.

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Sobre

BETAFOLITROPINA

O que é Betafolitropina?

Betafolitropina é o nome do princípio ativo correspondente ao hormônio folículo-estimulante humano recombinante (rFSH), também conhecido internacionalmente como follitropina beta. Esse fármaco pertence à classe dos hormônios sexuais e moduladores do sistema genital, atuando como uma gonadotrofina utilizada em tratamentos de reprodução assistida e em determinadas condições de infertilidade. Está registrado internacionalmente sob nomes comerciais como Puregon, na Europa, e Follistim AQ, nos Estados Unidos.

Do ponto de vista clínico, essa terapia é empregada tanto em mulheres quanto em homens, sempre sob acompanhamento de especialista em fertilidade, com o objetivo de estimular processos hormonais relacionados à ovulação ou à produção de espermatozoides.

Para que serve?

Conforme as indicações aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e descritas na bula aprovada pela Food and Drug Administration (FDA), a betafolitropina é utilizada nas seguintes situações:

  • Indução da ovulação em mulheres com anovulação, incluindo casos associados à síndrome dos ovários policísticos (SOP), quando não houve resposta ao tratamento prévio com citrato de clomifeno.
  • Estimulação ovariana controlada para o desenvolvimento de múltiplos folículos em programas de reprodução assistida, como fertilização in vitro (FIV), injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI) e transferência intratubária de gametas (GIFT).
  • Indução da espermatogênese em homens com hipogonadismo hipogonadotrófico, quando a infertilidade não é causada por falência testicular primária.

Antes do início do tratamento, é necessária avaliação ginecológica, endocrinológica ou andrológica completa, conforme o caso, além da exclusão de outras causas de infertilidade.

Como funciona?

O hormônio folículo-estimulante (FSH) é essencial para o desenvolvimento folicular nos ovários e para a produção de espermatozoides nos testículos. A betafolitropina reproduz a ação desse hormônio natural, estimulando o crescimento e a maturação dos folículos ovarianos em mulheres, ou apoiando a espermatogênese em homens quando administrada em conjunto com gonadotrofina coriônica humana (hCG).

Em mulheres, o tratamento estimula o desenvolvimento de um ou mais folículos, e a maturação final costuma depender da administração de hCG, conforme indicação médica. Em homens, a associação entre FSH e hCG apoia a produção de espermatozoides em casos de deficiência hormonal específica.

Quais são os benefícios observados em estudos científicos?

Estudos clínicos que sustentaram o registro da betafolitropina, descritos na documentação regulatória da FDA, avaliaram diferentes desfechos conforme a indicação. Em mulheres com anovulação tratadas para indução da ovulação, foram observadas taxas cumulativas de ovulação de 72% no primeiro ciclo, 82% no segundo e 85% no terceiro ciclo de tratamento, com taxas de gravidez em curso de 14%, 19% e 23%, respectivamente.

Em outro estudo envolvendo mulheres submetidas a estimulação ovariana controlada como parte de ciclos de fertilização in vitro ou ICSI, a taxa de gravidez clínica por ciclo iniciado foi de aproximadamente 41%. Já em homens com hipogonadismo hipogonadotrófico tratados para indução da espermatogênese, cerca de 43% atingiram o parâmetro de concentração de espermatozoides definido como desfecho do estudo, em um tempo mediano de aproximadamente 165 dias de tratamento.

Esses resultados refletem achados de estudos científicos específicos e não representam garantia de resposta individual, já que fatores como idade, causa da infertilidade e resposta ovariana ou testicular variam entre os pacientes.

Perguntas frequentes

Para que serve a betafolitropina?

Serve para estimular a ovulação em mulheres com infertilidade anovulatória, para apoiar a estimulação ovariana em ciclos de reprodução assistida e para induzir a espermatogênese em homens com hipogonadismo hipogonadotrófico.

Como funciona a betafolitropina?

Funciona reproduzindo a ação do hormônio folículo-estimulante (FSH), estimulando o crescimento de folículos ovarianos em mulheres ou a produção de espermatozoides em homens, geralmente em associação com hCG.

Quem pode utilizar a betafolitropina?

Pode ser utilizada por mulheres com infertilidade anovulatória sem falência ovariana primária, por mulheres normo-ovulatórias em ciclos de reprodução assistida, e por homens com hipogonadismo hipogonadotrófico sem falência testicular primária, sempre sob avaliação e prescrição de especialista em fertilidade.

Existem contraindicações?

Sim. O uso é contraindicado em casos de hipersensibilidade ao FSH recombinante ou a componentes da fórmula, insuficiência gonadal primária, tumores do ovário, mama, útero, testículo, hipotálamo ou hipófise, e distúrbios endócrinos não controlados, como alterações da tireoide, adrenais ou hipofisárias. Em mulheres, também é contraindicado durante a gravidez, em sangramento vaginal de origem não esclarecida e em cistos ou aumento ovariano não relacionados à síndrome dos ovários policísticos.

Como é administrado?

É administrado por via subcutânea, geralmente por meio de caneta aplicadora ou cartucho específico, conforme a apresentação disponível. A dose, a frequência das aplicações e a duração do tratamento são individualizadas pelo médico responsável, com base em exames hormonais e de imagem realizados durante o acompanhamento.

É necessário acompanhamento médico?

Sim. O tratamento exige monitoramento clínico frequente, incluindo ultrassonografias e exames laboratoriais para avaliar a resposta ovariana ou testicular, ajustar a dose e identificar precocemente possíveis complicações, como a síndrome de hiperestimulação ovariana.

A betafolitropina é aprovada por órgãos regulatórios?

Sim. A betafolitropina está aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), sob o nome comercial Puregon, desde 1996, e pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos, sob o nome comercial Follistim AQ, para as indicações relacionadas à infertilidade descritas em bula.

Existem alternativas terapêuticas?

Sim. Entre as alternativas terapêuticas utilizadas em contextos semelhantes estão outras gonadotrofinas, como a folitropina alfa, a urofolitropina de origem urinária e a menotropina, além do citrato de clomifeno, geralmente considerado em etapas anteriores do tratamento da anovulação. A escolha entre essas opções depende de avaliação médica individualizada.

Como deve ser armazenado?

Conforme a bula aprovada, o produto não utilizado deve ser mantido sob refrigeração, entre 2°C e 8°C, protegido da luz e sem congelamento, até a data de validade. Algumas apresentações permitem conservação em temperatura ambiente, até um limite definido pelo fabricante, por tempo determinado. Após o início do uso, o produto costuma ter prazo de descarte específico, conforme instruções do fabricante e orientação do farmacêutico.

Qual o preço do medicamento Betafolitropina?

O preço da betafolitropina pode variar de forma significativa e depende de múltiplos fatores, como dosagem prescrita, quantidade necessária para o protocolo de tratamento, fabricante, país de origem, disponibilidade no mercado, tributação local, modalidade de aquisição, custos logísticos envolvidos e a regulamentação sanitária aplicável em cada território. Por se tratar de uma terapia hormonal biológica utilizada em protocolos de reprodução assistida, o valor final depende desses critérios regulatórios e comerciais, não sendo possível apresentar aqui estimativas ou faixas de preço.

É possível comprar Betafolitropina no Brasil?

A disponibilidade da betafolitropina no Brasil depende do registro sanitário do produto junto às autoridades competentes, da existência de prescrição médica válida, da regulamentação vigente para medicamentos biológicos e, em determinados casos, de modalidades específicas de importação. O acesso a esse tipo de terapia deve sempre ocorrer sob orientação e acompanhamento de um médico especialista em reprodução humana, que avaliará a indicação clínica e os trâmites regulatórios necessários.

Informações importantes de segurança

  • O uso da betafolitropina deve ocorrer exclusivamente sob prescrição e acompanhamento de médico com experiência em tratamentos de fertilidade.
  • O tratamento pode causar síndrome de hiperestimulação ovariana, uma condição que exige monitoramento cuidadoso e pode necessitar de atenção médica imediata em casos mais graves.
  • Existe risco de gestação múltipla em mulheres submetidas a tratamentos de estimulação ovariana.
  • Reações de hipersensibilidade, incluindo anafilaxia, foram relatadas e exigem interrupção imediata do tratamento e avaliação médica.
  • Casos de torção ovariana foram descritos em associação ao uso de gonadotrofinas, sendo necessária atenção a sinais de dor pélvica intensa.
  • O produto é contraindicado durante a gravidez e deve ser utilizado apenas após exclusão dessa possibilidade.
  • Consultas e exames de acompanhamento devem ser mantidos durante todo o período de tratamento, conforme orientação do médico responsável.

Fontes consultadas

As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.

Catálogo Disponível

Medicamentos com BETAFOLITROPINA

Requisitos para

Importação

Para iniciarmos o processo de importação de medicamentos,
é fundamental que você apresente a documentação completa conforme especificado abaixo:

  • Documentos de identificação do paciente (RG e CPF válidos)
  • Receita médica detalhada com nome completo do paciente
    e especificação do medicamento
  • Comprovante de endereço residencial atualizado (últimos 3 meses)
  • Relatório médico explicando a necessidade do tratamento
    e justificativa para importação
  • Documentação adicional pode ser solicitada de acordo com as normas
    da ANVISA (RDC 81/2008) e legislação vigente.
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