PROGLYCEM (DIAZOXIDO) 50MG/ML 30ML TEVA
FRASCO COM 30 ML X 50MG Princípio ativo CategoriasPROGLYCEM® (diazóxido) é um derivado não-diurético da benzotiadiazina tomado por via oral para o tratamento de hipoglicemia.
Solicitar CotaçãoO que é o Proglycem?
O Proglycem é um medicamento cujo princípio ativo é o diazóxido, substância derivada da benzotiadiazina, sem efeito diurético, utilizada no controle de quadros de hipoglicemia associados a hiperinsulinismo. Esta apresentação, fabricada pelo laboratório Teva Pharmaceuticals, corresponde a uma suspensão oral de 50 mg/mL, em frasco com 30 mL. O medicamento é utilizado sob prescrição e acompanhamento médico, geralmente por especialistas em endocrinologia ou pediatria, no tratamento de condições raras relacionadas ao excesso de produção de insulina.
Este fármaco integra o cuidado clínico de pacientes que não podem ser submetidos a cirurgia imediata ou que aguardam investigação adicional da causa do hiperinsulinismo, contribuindo para o controle dos níveis de glicose no sangue enquanto outras condutas são avaliadas.
Para que serve?
De acordo com a bula aprovada pela FDA para o diazóxido, o Proglycem é indicado para o controle de hipoglicemia associada a hiperinsulinismo, relacionado a condições como:
- Adenoma ou carcinoma de células das ilhotas pancreáticas inoperável, em adultos.
- Malignidade extrapancreática associada a hiperinsulinismo, em adultos.
- Hiperinsulinismo congênito, incluindo sensibilidade à leucina, hiperplasia de células das ilhotas, nesidioblastose e adenomatose, em lactentes e crianças.
A terapia não é indicada para hipoglicemia funcional, sendo seu uso reservado a situações clínicas específicas, definidas por avaliação médica especializada.
Como funciona?
O mecanismo de ação do diazóxido, princípio ativo do Proglycem, está relacionado à inibição da liberação de insulina pelas células do pâncreas, conforme descrito em informações regulatórias da FDA e na literatura científica. Esse composto também apresenta um efeito extrapancreático, que contribui para o aumento dos níveis de glicose no sangue, auxiliando no controle da hipoglicemia causada pelo excesso de insulina circulante.
Por se tratar de uma substância com propriedade antidiurética, o tratamento pode favorecer a retenção de líquidos, motivo pelo qual costuma ser associado a um diurético durante o acompanhamento clínico.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
Informações técnicas publicadas por órgãos regulatórios e literatura médica indexada descrevem observações relacionadas ao uso do diazóxido em pacientes com hiperinsulinismo. Entre os pontos relatados, destacam-se:
- Aumento dose dependente da glicemia em pacientes com hipoglicemia hiperinsulinêmica.
- Redução da frequência de episódios hipoglicêmicos graves, quando utilizado sob monitoramento clínico adequado.
- Possibilidade de controle metabólico em pacientes que não podem ser submetidos a procedimento cirúrgico imediato.
Esses achados são descritos em contextos de acompanhamento clínico e pesquisa científica, não representando garantia de resultado individual, uma vez que a resposta ao tratamento depende de fatores específicos de cada paciente.
Perguntas frequentes
Para que serve o Proglycem?
O Proglycem é utilizado para controlar a hipoglicemia causada por hiperinsulinismo, condição em que o corpo produz insulina em excesso, reduzindo os níveis de glicose no sangue de forma anormal. É indicado tanto em adultos quanto em crianças e lactentes com essa condição.
Como funciona o Proglycem no organismo?
Seu princípio ativo, o diazóxido, reduz a liberação de insulina pelas células do pâncreas e apresenta um efeito adicional fora do pâncreas que contribui para elevar a glicemia, ajudando a controlar episódios de hipoglicemia.
Quem pode utilizar o Proglycem?
O uso deve ser indicado por médico especialista, como endocrinologista ou pediatra, após avaliação da causa do hiperinsulinismo. A prescrição considera idade, condição clínica de base e resposta terapêutica esperada.
Existem contraindicações?
Sim. Segundo a bula aprovada pela FDA, o diazóxido é contraindicado em casos de hipoglicemia funcional e em pacientes com hipersensibilidade ao diazóxido, a outros componentes da fórmula ou a tiazídicos. Condições cardíacas e renais preexistentes exigem avaliação médica cuidadosa antes do início do tratamento.
Como é administrado o tratamento?
O Proglycem é administrado por via oral, na forma de suspensão de 50 mg/mL, conforme orientação médica individualizada. O início do tratamento requer observação clínica próxima, com monitoramento da glicemia e ajuste gradual da dose conforme a resposta do paciente.
É necessário acompanhamento médico durante o uso?
Sim. O tratamento exige supervisão clínica contínua, com monitoramento da glicemia, da função cardiovascular e da retenção de líquidos, especialmente em lactentes e em pacientes com reserva cardíaca comprometida.
O Proglycem é aprovado por órgãos regulatórios?
Sim. O diazóxido, princípio ativo do Proglycem, possui aprovação de agências regulatórias reconhecidas internacionalmente, como a FDA, nos Estados Unidos, para o tratamento da hipoglicemia associada a hiperinsulinismo em situações clínicas específicas.
Existem alternativas terapêuticas?
O manejo do hiperinsulinismo pode envolver, além do diazóxido, abordagens como cirurgia para remoção de tumores produtores de insulina, uso de octreotide em casos selecionados e ajustes alimentares para controle glicêmico. A escolha da alternativa terapêutica cabe exclusivamente à equipe médica responsável.
Como deve ser armazenado o Proglycem?
De acordo com as informações do fabricante, o Proglycem deve ser armazenado em temperatura ambiente, entre 15°C e 30°C, mantido na embalagem original, ao abrigo de luz e umidade excessiva, e fora do alcance de crianças. Recomenda-se sempre verificar as instruções específicas descritas na bula do produto.
Qual o preço do medicamento Proglycem?
O valor deste medicamento pode variar conforme fatores como dosagem, quantidade adquirida, fabricante, país de origem, disponibilidade no mercado, tributação local, modalidade de aquisição, custos logísticos de importação e regulamentação sanitária aplicável. Por se tratar de medicamento voltado a condições raras, sua comercialização também pode estar sujeita a particularidades regulatórias específicas de cada país. Para informações atualizadas sobre valores, recomenda-se consulta direta a fontes autorizadas e órgãos reguladores locais.
É possível comprar Proglycem no Brasil?
A disponibilidade do Proglycem no Brasil depende de fatores como registro sanitário do produto, existência de prescrição médica válida, regulamentação vigente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e modalidade de importação aplicável, quando o medicamento não possuir comercialização regular no país. O acesso a medicamentos importados para condições raras costuma seguir trâmites regulatórios específicos. Em nenhuma hipótese a aquisição deve ocorrer sem orientação e acompanhamento médico adequado.
Informações importantes de segurança
O uso do Proglycem deve ocorrer exclusivamente sob orientação e supervisão médica contínua. Entre os cuidados destacados pela bula aprovada e pela literatura científica, incluem-se:
- Risco de retenção de sódio e líquidos, podendo favorecer quadros de insuficiência cardíaca em pacientes com reserva cardíaca comprometida.
- Necessidade de monitoramento próximo da glicemia, principalmente no início do tratamento.
- Possibilidade de hiperglicemia acentuada em caso de uso inadequado ou superdosagem, podendo associar-se a cetoacidose.
- Importância de acompanhamento clínico regular, com ajustes de dose conforme resposta individual.
- Atenção redobrada em lactentes, população mais suscetível à retenção de líquidos durante o tratamento.
Pacientes com histórico de doenças cardíacas, renais ou outras condições clínicas relevantes devem informar seu histórico completo de saúde ao médico responsável antes de iniciar o tratamento. Qualquer sintoma incomum durante o uso do medicamento deve ser comunicado prontamente à equipe de saúde.
Fontes consultadas
- FDA (Food and Drug Administration)
- NIH (National Institutes of Health)
- MedlinePlus
- DailyMed (National Library of Medicine)
- Fabricante oficial (Teva Pharmaceuticals)
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
p>Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — TEVA PHARMACEUTICALS
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
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Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
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