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CRIKZO CRIZOTINIB 250MG 30 CAPS

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CRIKZO CRIZOTINIB 250MG 30 CAPS O que é Crikzo? Crikzo é um medicamento oncológico de uso oral, apresentado em cápsulas de 250 mg, em embalagem com 30 cápsulas. Trata-se de uma versão comercializada fora do Brasil de crizotinibe, substância que pertence à classe dos inibidores de tirosina quinase, uma categoria de tera…

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CRIKZO CRIZOTINIB 250MG 30 CAPS

O que é Crikzo?

Crikzo é um medicamento oncológico de uso oral, apresentado em cápsulas de 250 mg, em embalagem com 30 cápsulas. Trata-se de uma versão comercializada fora do Brasil de crizotinibe, substância que pertence à classe dos inibidores de tirosina quinase, uma categoria de terapias-alvo usadas no tratamento de determinados tipos de câncer que apresentam alterações genéticas específicas.

O medicamento de referência que contém crizotinibe é o Xalkori, desenvolvido pela Pfizer, cuja bula aprovada pela agência norte-americana FDA e cuja informação de produto aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) servem de base para as informações técnicas descritas neste texto. Versões como Crikzo são produzidas por outros fabricantes em mercados onde isso é permitido, e as informações de rotulagem podem apresentar diferenças de acordo com o país de registro.

Por se tratar de um medicamento antineoplásico, o uso de Crikzo ocorre exclusivamente sob prescrição e acompanhamento de médico especialista, geralmente oncologista ou hematologista, com monitoramento clínico e laboratorial periódico.

Princípio ativo e composição

Cada cápsula de Crikzo contém 250 mg de crizotinibe como princípio ativo. Os excipientes (componentes inativos da cápsula e do seu conteúdo) podem variar conforme o fabricante e devem ser verificados na embalagem e no folheto que acompanha o produto, sobretudo por pessoas com alergias ou intolerâncias conhecidas.

O crizotinibe é uma pequena molécula que atua inibindo enzimas chamadas receptores de tirosina quinase. Segundo a bula do medicamento de referência, ele age sobre três alvos principais:

  • ALK (quinase do linfoma anaplásico), cuja ativação anormal, geralmente por rearranjo ou fusão gênica, pode estimular o crescimento de células tumorais;
  • ROS1, outro receptor de tirosina quinase que, quando rearranjado, também pode atuar como motor do crescimento tumoral;
  • MET (receptor do fator de crescimento de hepatócitos), envolvido em sinais de proliferação e sobrevivência celular.

Ao bloquear essas vias de sinalização em tumores que dependem delas, o crizotinibe pode reduzir a proliferação das células cancerosas. É por isso que o medicamento é considerado uma terapia-alvo: sua utilidade depende da presença de alterações moleculares específicas no tumor, identificadas por exames laboratoriais.

Para que serve Crikzo?

As indicações do crizotinibe são definidas pelas agências reguladoras de cada país e podem variar. De acordo com a bula aprovada pela FDA nos Estados Unidos, o medicamento de referência é indicado para:

  • adultos com câncer de pulmão de células não pequenas (CPNPC) metastático cujos tumores sejam ALK-positivos ou ROS1-positivos;
  • pacientes pediátricos a partir de 1 ano de idade e adultos jovens com linfoma anaplásico de grandes células (LACG) sistêmico ALK-positivo, recidivado ou refratário;
  • adultos e pacientes pediátricos a partir de 1 ano de idade com tumor miofibroblástico inflamatório (TMI) ALK-positivo, irressecável, recorrente ou refratário.

A bula americana ressalta que a segurança e a eficácia não foram estabelecidas em adultos mais velhos com LACG ALK-positivo.

Na União Europeia, a informação de produto aprovada pela EMA descreve indicações semelhantes, porém com redação e faixas etárias próprias: tratamento de adultos com CPNPC avançado ALK-positivo (em primeira linha ou após tratamento prévio), de adultos com CPNPC avançado ROS1-positivo e de pacientes pediátricos de 1 a menos de 18 anos com LACG sistêmico ALK-positivo recidivado ou refratário, ou com TMI ALK-positivo irressecável, recorrente ou refratário.

Essas diferenças mostram que as indicações aprovadas dependem do país e da versão da bula. A indicação para cada paciente é sempre definida pelo médico, com base no diagnóstico, no estadiamento da doença e no perfil molecular do tumor.

Por que o teste molecular é necessário

Antes de iniciar o tratamento com crizotinibe, é necessário confirmar que o tumor apresenta a alteração genética que o medicamento tem como alvo, como o rearranjo de ALK ou de ROS1. Essa confirmação é feita por testes laboratoriais em amostras do tumor (biópsia) e, em alguns casos, em amostras de sangue, utilizando técnicas como imuno-histoquímica, hibridização in situ por fluorescência (FISH) ou sequenciamento de nova geração.

Somente uma parcela dos pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas apresenta essas alterações. Por isso, o exame molecular é uma etapa central na escolha do tratamento, e o resultado deve ser interpretado pela equipe médica.

Como Crikzo é utilizado?

A dose e o esquema de uso são definidos exclusivamente pelo médico. As informações abaixo descrevem o que consta na bula do medicamento de referência aprovada pela FDA e têm finalidade apenas informativa.

  • No CPNPC em adultos, a bula descreve a dose de 250 mg por via oral duas vezes ao dia.
  • No TMI em adultos, a bula também descreve 250 mg duas vezes ao dia.
  • No LACG e no TMI em pacientes pediátricos, a dose é calculada pela área de superfície corporal (280 mg/m² duas vezes ao dia, segundo a bula), e pode ser necessário usar outras apresentações, como cápsulas de 200 mg ou pellets orais.

Conforme a bula, as cápsulas devem ser engolidas inteiras, com ou sem alimentos, em horários regulares. As cápsulas não devem ser abertas, mastigadas ou esmagadas. O tratamento costuma continuar enquanto houver benefício clínico e a toxicidade for aceitável, a critério do médico.

A bula prevê reduções de dose, interrupções temporárias ou suspensão definitiva do tratamento em caso de reações adversas, além de ajustes em pacientes com comprometimento hepático moderado ou grave e em pacientes com comprometimento renal grave não submetidos a diálise. Essas decisões cabem exclusivamente à equipe médica.

Vômito após a dose

Segundo a bula, se ocorrer vômito após a ingestão de uma dose, não se deve tomar uma dose adicional; a próxima dose deve ser tomada no horário habitual.

Contraindicações

A bula americana do medicamento de referência não lista contraindicações formais. A informação de produto europeia, por sua vez, cita a hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer excipiente e o comprometimento hepático grave. Como essas informações variam entre países e fabricantes, recomenda-se consultar a bula que acompanha o produto e informar ao médico todo o histórico de saúde, incluindo alergias prévias.

Advertências e precauções

O crizotinibe exige monitoramento regular, pois pode causar eventos adversos graves. A bula do medicamento de referência destaca os seguintes pontos.

Hepatotoxicidade

Foram relatados casos de toxicidade hepática, incluindo casos fatais, em uma pequena parcela dos pacientes tratados. A bula recomenda exames de função hepática (transaminases e bilirrubina) a cada duas semanas nos dois primeiros meses de tratamento e, depois, mensalmente ou conforme indicação clínica. Sinais como pele ou olhos amarelados, urina escura, dor no lado direito do abdome, cansaço intenso e perda de apetite devem ser comunicados ao médico.

Doença pulmonar intersticial e pneumonite

Pode ocorrer inflamação grave dos pulmões, que em alguns casos foi fatal. Falta de ar, tosse nova ou agravada e febre devem ser avaliadas prontamente. Segundo a bula, o medicamento deve ser suspenso de forma definitiva se o diagnóstico de pneumonite relacionada ao tratamento for confirmado.

Prolongamento do intervalo QT

O crizotinibe pode prolongar o intervalo QT no eletrocardiograma, o que aumenta o risco de arritmias. A bula recomenda evitar o uso em pessoas com síndrome do QT longo congênito e monitorar eletrocardiograma e eletrólitos (potássio, magnésio) em pacientes com insuficiência cardíaca, bradiarritmias, distúrbios eletrolíticos ou que usam outros medicamentos que prolongam o QT.

Bradicardia

A redução da frequência cardíaca é relativamente comum durante o tratamento. A bula orienta monitorar a frequência cardíaca e a pressão arterial e evitar, sempre que possível, o uso concomitante de outros medicamentos que causam bradicardia, como betabloqueadores, alguns bloqueadores de canais de cálcio (verapamil, diltiazem), clonidina e digoxina. Tontura, desmaio e cansaço fora do comum devem ser relatados.

Distúrbios visuais e perda de visão

Alterações visuais, como visão borrada, percepção de rastros luminosos, moscas volantes e sensibilidade à luz, estão entre os efeitos mais frequentes. Casos de perda visual grave foram descritos com baixa frequência. A bula orienta avaliação oftalmológica em caso de sintomas novos ou agravados e, em crianças, exames oftalmológicos no início e periodicamente. Recomenda-se cautela ao dirigir ou operar máquinas se houver alterações visuais, tontura ou cansaço.

Toxicidade embriofetal

Com base em estudos em animais e no mecanismo de ação, o crizotinibe pode causar dano ao feto. Esse aspecto é detalhado na seção sobre grupos específicos.

Cistos renais

A bula relata o surgimento de cistos renais em cerca de 3% dos pacientes com CPNPC, a maioria do tipo complexo, em alguns casos com invasão local. O médico pode solicitar exames de imagem periódicos dos rins.

Neutropenia e alterações no hemograma

Redução de neutrófilos, linfócitos e plaquetas pode ocorrer, especialmente em pacientes pediátricos com LACG. A bula recomenda hemograma completo com contagem diferencial semanalmente no primeiro mês e, depois, pelo menos mensalmente, com maior frequência se surgirem alterações importantes, febre ou infecção.

Toxicidade gastrointestinal em crianças

Náuseas, vômitos e diarreia foram muito frequentes em pacientes pediátricos, às vezes de intensidade grave. A bula menciona o uso de medicamentos de suporte (antieméticos e antidiarreicos) conforme orientação médica, além de atenção à hidratação.

Possíveis reações adversas

Nem todas as pessoas apresentam reações adversas, e sua intensidade varia. A lista abaixo resume as informações da bula do medicamento de referência e da MedlinePlus.

Reações frequentes

  • Distúrbios visuais (visão borrada, rastros luminosos, moscas volantes);
  • Náusea, vômito, diarreia e constipação;
  • Edema (inchaço), principalmente em pernas, pés e ao redor dos olhos;
  • Elevação de enzimas hepáticas (transaminases) em exames de sangue;
  • Fadiga e diminuição do apetite;
  • Infecções do trato respiratório superior;
  • Tontura;
  • Neuropatia (formigamento, dormência ou dor em mãos e pés);
  • Alteração do paladar, feridas na boca, dor de cabeça, erupção cutânea e dores musculares ou articulares.

Reações menos frequentes

  • Bradicardia e prolongamento do intervalo QT;
  • Cistos renais;
  • Neutropenia, linfopenia e redução de plaquetas;
  • Pneumonite ou doença pulmonar intersticial;
  • Aumento da sensibilidade da pele ao sol, citado pela MedlinePlus.

Sinais de alerta

Os sinais a seguir exigem contato imediato com o médico ou atendimento de urgência:

  • falta de ar, tosse nova ou que piora, dor no peito ou febre;
  • batimentos cardíacos lentos, irregulares ou acelerados, desmaio ou tontura intensa;
  • perda de visão, surgimento súbito de muitas moscas volantes ou flashes de luz;
  • pele ou olhos amarelados, urina escura, dor no abdome superior direito;
  • febre, calafrios ou outros sinais de infecção;
  • sangramentos ou hematomas sem causa aparente;
  • vômitos ou diarreia intensos e persistentes.

Interações com medicamentos, alimentos e suplementos

O crizotinibe é metabolizado principalmente pela enzima hepática CYP3A. Por isso, substâncias que inibem ou induzem essa enzima podem alterar a concentração do medicamento no sangue. Antes de iniciar o tratamento, é importante informar ao médico todos os medicamentos, fitoterápicos e suplementos em uso.

  • Inibidores fortes de CYP3A (por exemplo, alguns antifúngicos azólicos, como cetoconazol e itraconazol, antibióticos como claritromicina e alguns antirretrovirais): podem aumentar os níveis do crizotinibe. A bula recomenda evitar o uso conjunto; se inevitável, prevê redução de dose.
  • Indutores fortes de CYP3A (por exemplo, rifampicina, carbamazepina, fenitoína e a erva-de-são-joão): podem reduzir os níveis do crizotinibe e comprometer o tratamento. A bula recomenda evitar o uso conjunto.
  • Substratos de CYP3A com margem terapêutica estreita: o crizotinibe pode aumentar sua concentração, e a bula recomenda evitar o uso conjunto quando pequenas variações possam causar reações graves.
  • Medicamentos que prolongam o intervalo QT: exigem monitoramento de eletrocardiograma e eletrólitos.
  • Medicamentos que causam bradicardia: devem ser evitados sempre que possível, com monitoramento de frequência cardíaca e pressão arterial.

Quanto aos alimentos, a bula e a MedlinePlus orientam evitar toranja (grapefruit) e seu suco durante o tratamento, pois podem aumentar a concentração do crizotinibe no sangue. O medicamento pode ser tomado com ou sem alimentos.

Uso em grupos específicos

Gestantes

O crizotinibe pode causar dano ao feto. A MedlinePlus menciona a realização de teste de gravidez antes do início do tratamento em pessoas com possibilidade de engravidar. Segundo a bula americana, mulheres com potencial de engravidar devem usar método contraceptivo confiável durante o tratamento e por 45 dias após a última dose. Homens com parceiras que possam engravidar devem usar preservativo durante o tratamento e por 90 dias após a última dose. Em caso de suspeita de gravidez, o médico deve ser avisado imediatamente.

Lactantes

Não se sabe se o crizotinibe passa para o leite humano, mas, devido ao potencial de reações graves no bebê, a bula americana orienta não amamentar durante o tratamento e por 45 dias após a última dose.

Crianças

O uso pediátrico está descrito apenas para indicações específicas (LACG e TMI ALK-positivos), a partir de 1 ano de idade, com dose calculada pela superfície corporal. Crianças apresentam maior frequência de efeitos gastrointestinais e alterações no hemograma, além de necessitarem de acompanhamento oftalmológico. A apresentação de 250 mg pode não ser adequada para todas as doses pediátricas.

Idosos

Os estudos clínicos não identificaram diferenças relevantes de segurança ou eficácia no CPNPC relacionadas apenas à idade, mas idosos costumam usar mais medicamentos simultaneamente e ter mais comorbidades cardíacas, o que reforça a necessidade de avaliação individual.

Pacientes com doença renal

Segundo a bula, em pacientes com comprometimento renal grave que não fazem diálise, a exposição ao medicamento pode aumentar, e há previsão de redução de dose. O ajuste é feito exclusivamente pelo médico.

Pacientes com doença hepática

O comprometimento hepático moderado ou grave pode aumentar a exposição ao crizotinibe. A bula americana prevê reduções de dose nesses casos, enquanto a informação europeia apresenta orientações próprias. Além disso, o próprio medicamento pode causar toxicidade hepática, o que exige monitoramento laboratorial frequente.

Armazenamento e conservação

  • Manter as cápsulas na embalagem original, bem fechada, em temperatura ambiente, protegidas do calor e da umidade, conforme orientação da MedlinePlus e da bula do fabricante.
  • Verificar na embalagem de Crikzo as condições específicas de temperatura informadas pelo fabricante.
  • Manter fora do alcance de crianças e animais de estimação.
  • Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.
  • Medicamentos oncológicos não utilizados não devem ser descartados no lixo comum ou no esgoto; procedimentos de descarte adequados podem ser orientados pela farmácia ou pelo serviço de saúde.

Perguntas frequentes sobre Crikzo

Para que serve Crikzo?

Crikzo contém crizotinibe, indicado, conforme a bula de referência, para câncer de pulmão de células não pequenas metastático ALK-positivo ou ROS1-positivo, e, em algumas regulamentações, para linfoma anaplásico de grandes células e tumor miofibroblástico inflamatório ALK-positivos. As indicações variam entre países.

Qual é o princípio ativo de Crikzo?

O princípio ativo é o crizotinibe, 250 mg por cápsula, um inibidor de tirosina quinase que atua sobre ALK, ROS1 e MET.

Como Crikzo é tomado?

Segundo a bula de referência, as cápsulas são engolidas inteiras, com ou sem alimentos, em horários regulares. A dose e a frequência são definidas pelo médico e podem ser ajustadas conforme a tolerância.

Crikzo precisa de receita médica?

Sim. O crizotinibe é um medicamento de venda sob prescrição médica nos mercados onde é registrado. Crikzo é comercializado fora do Brasil; quando não há registro de um produto no país, o acesso pode depender de importação excepcional mediante prescrição médica, conforme as normas da Anvisa.

Qual é o preço do produto CRIKZO CRIZOTINIB 250MG 30 CAPS?

O preço pode variar conforme o país, a apresentação, a concentração, o tamanho da embalagem, o estabelecimento e as condições comerciais. Para consultar o valor vigente, verifique farmácias, distribuidores ou canais oficiais autorizados.

Quem não deve usar Crikzo?

A bula americana não lista contraindicações formais, mas a informação europeia cita hipersensibilidade aos componentes e comprometimento hepático grave. Pessoas com síndrome do QT longo congênito, gestantes e lactantes exigem atenção especial. A decisão cabe ao médico.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns?

Entre os mais frequentes estão alterações visuais, náusea, diarreia, vômito, edema, constipação, elevação de enzimas hepáticas, fadiga, perda de apetite, tontura e neuropatia.

Crikzo interage com outros medicamentos?

Sim. Inibidores e indutores fortes de CYP3A, medicamentos que prolongam o QT ou reduzem a frequência cardíaca, a erva-de-são-joão e a toranja podem interagir com o crizotinibe. Todos os produtos em uso devem ser informados ao médico.

Crianças podem usar Crikzo?

O crizotinibe tem indicações pediátricas específicas a partir de 1 ano de idade, com doses calculadas pela superfície corporal. A adequação da cápsula de 250 mg depende da dose prescrita pelo médico.

Crikzo pode ser usado na gravidez?

Não é recomendado, pois pode causar dano ao feto. A bula orienta contracepção confiável durante o tratamento e por 45 dias após a última dose para mulheres, e uso de preservativo por 90 dias após a última dose para homens.

É possível amamentar durante o tratamento?

Segundo a bula americana, não se deve amamentar durante o tratamento e por 45 dias após a última dose.

O que fazer em caso de esquecimento de uma dose?

Conforme a bula, a dose esquecida deve ser tomada assim que lembrada, exceto se faltarem menos de 6 horas para a próxima dose; nesse caso, pula-se a dose esquecida. Não se deve tomar dose dobrada.

O que fazer em caso de superdose?

Não há antídoto específico descrito. Em caso de ingestão acima da prescrita, deve-se procurar atendimento médico de urgência ou um centro de informação toxicológica, levando a embalagem do medicamento. O tratamento é de suporte, a critério da equipe de saúde.

Como armazenar Crikzo?

Na embalagem original, em temperatura ambiente, longe de calor e umidade e fora do alcance de crianças, observando as orientações do fabricante.

Qual é a diferença entre Crikzo e crizotinibe?

Crikzo é um nome comercial; crizotinibe é o nome do princípio ativo. O medicamento de referência com a mesma substância é o Xalkori. Produtos de diferentes fabricantes podem ter excipientes, aparência e rotulagem distintos.

Quais são as apresentações de Crikzo?

A apresentação descrita aqui é a de cápsulas de 250 mg em embalagem com 30 cápsulas. O medicamento de referência também possui cápsulas de 200 mg e, em alguns países, pellets orais para uso pediátrico.

Considerações finais

Crikzo é uma apresentação de crizotinibe em cápsulas de 250 mg, uma terapia-alvo cuja utilidade depende da confirmação de alterações moleculares específicas no tumor, como os rearranjos de ALK ou ROS1. As indicações aprovadas variam entre agências reguladoras, e o tratamento envolve monitoramento regular de função hepática, hemograma, eletrocardiograma, frequência cardíaca e visão.

O uso deve seguir rigorosamente a prescrição e o acompanhamento de médico especialista. Qualquer sintoma novo, especialmente respiratório, cardíaco, visual ou hepático, deve ser comunicado à equipe de saúde.

Fontes consultadas

  1. DailyMed (NIH/NLM) — XALKORI (crizotinib) capsules and oral pellets: prescribing information
  2. MedlinePlus (NIH) — Crizotinib

As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.

Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .

Fontes consultadas

Dúvidas Frequentes

Quais são os documentos necessários para a importação?
  • Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
    • Nome completo e endereço do paciente
    • Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
    • Quantidade prescrita
    • Posologia
    • Data de emissão (validade de até 180 dias)
    • Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
  • Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
  • Cópia simples do CPF do paciente.
  • Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
  • Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
  • Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
O processo de importação direta para o paciente leva, em média, 15 a 25 dias úteis, contados a partir do recebimento completo da documentação.

Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Medicamentos destinados a pessoa física são isentos de imposto de importação e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para valores de até US$ 10.000.

Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
Oferecemos as seguintes opções:
  • PIX
  • Depósito em conta
  • Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
Após solicitar a cotação, você receberá um e-mail com todas as informações. Para dar continuidade, basta enviar os formulários preenchidos e a documentação solicitada por e-mail.
Quero acompanhar meu pedido. Como faço?
Assim que o medicamento for despachado, você receberá um código de rastreamento, que permite o acompanhamento detalhado de todas as etapas do envio.
Posso cancelar um pedido?
O pedido pode ser cancelado somente até o momento em que for despachado pelo fornecedor no país de origem. Após o envio, não é mais possível realizar o cancelamento.

Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.

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