IDHIFA 100MG 30MG BRISTOL-MYERS
CONTÉM 30 TABLETS Princípio ativo CategoriasEnasidenib (enasidenibe) é um medicamento oral usado no tratamento da Leucemia Mieloide Aguda com mutação no gene IDH2. Ele atua bloqueando a enzima alterada, ajudando as células sanguíneas a amadurecerem normalmente.
Solicitar CotaçãoO que é Idhifa (enasidenibe)?
Idhifa é o nome comercial do enasidenibe, um medicamento oncológico de uso oral pertencente à classe dos inibidores de enzimas mutantes envolvidas no metabolismo celular. É utilizado no tratamento de determinado subtipo de leucemia mieloide aguda, sendo prescrito exclusivamente por médico hematologista ou oncologista.
Este fármaco representa uma abordagem de terapia direcionada, ou seja, atua especificamente sobre uma alteração molecular presente nas células tumorais de parte dos pacientes.
Para que serve?
De acordo com agências regulatórias internacionais, como a FDA, o enasidenibe é indicado para:
- Tratamento de pacientes adultos com leucemia mieloide aguda (LMA) recidivada ou refratária, que apresentem mutação no gene IDH2, confirmada por teste molecular aprovado.
A leucemia mieloide aguda é um câncer do sangue e da medula óssea caracterizado pelo crescimento descontrolado de células imaturas, sendo a mutação no gene IDH2 um marcador molecular relevante para a escolha do tratamento direcionado.
Como funciona?
O enasidenibe atua inibindo a enzima IDH2 mutante, que em condições normais participa do metabolismo celular, mas que, quando alterada, contribui para o bloqueio da maturação das células sanguíneas. Ao inibir essa enzima alterada, o medicamento favorece a diferenciação das células leucêmicas em células mais maduras e funcionais.
Esse mecanismo é distinto da quimioterapia convencional, já que atua de forma direcionada sobre uma via metabólica específica alterada nas células tumorais.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
Estudos clínicos publicados em literatura científica indexada, utilizados como base para a aprovação regulatória, avaliaram o uso do enasidenibe em pacientes com LMA recidivada ou refratária com mutação IDH2. Os dados indicam remissão da doença em parte dos pacientes tratados, incluindo casos de resposta completa.
A resposta ao tratamento varia conforme características individuais e histórico terapêutico prévio, sendo necessário acompanhamento hematológico contínuo.
Perguntas frequentes
Para que serve o Idhifa?
É utilizado no tratamento da leucemia mieloide aguda com mutação no gene IDH2, em pacientes que apresentaram recidiva ou refratariedade a tratamentos anteriores.
Como funciona esse medicamento?
Atua bloqueando a enzima IDH2 mutante, favorecendo a maturação das células leucêmicas e contribuindo para o controle da doença.
Quem pode utilizar o enasidenibe?
É indicado a pacientes adultos com diagnóstico confirmado de LMA com mutação IDH2, identificada por teste molecular específico, sempre sob avaliação de hematologista ou oncologista.
Existem contraindicações?
Sim. O uso deve ser cuidadosamente avaliado em pacientes com hipersensibilidade ao enasidenibe. Também é necessário monitoramento especial devido ao risco de síndrome de diferenciação, uma complicação potencialmente grave associada a essa classe de medicamentos.
Como é administrado?
É administrado por via oral, em comprimidos, uma vez ao dia, conforme dose definida pelo médico responsável, podendo ser ajustada de acordo com a resposta e a tolerância do paciente.
Necessita acompanhamento médico?
Sim. O tratamento exige monitoramento laboratorial frequente, incluindo hemograma e avaliação da função hepática, além de vigilância clínica para sinais de síndrome de diferenciação.
É aprovado por órgãos regulatórios?
Sim. O enasidenibe possui aprovação da FDA para o tratamento de LMA com mutação IDH2 recidivada ou refratária.
Possui alternativas terapêuticas?
Existem outras opções terapêuticas para leucemia mieloide aguda, incluindo quimioterapia convencional, outros inibidores direcionados e transplante de células-tronco hematopoéticas, conforme avaliação da equipe médica.
Como deve ser armazenado?
Deve ser conservado em temperatura ambiente controlada, protegido de umidade e luz, e mantido fora do alcance de crianças, conforme orientações do fabricante.
Qual o preço do medicamento Idhifa?
O valor do Idhifa pode variar conforme fatores como dosagem, quantidade, fabricante, país de origem, disponibilidade, tributação, modalidade de aquisição e custos logísticos envolvidos na importação. Não é possível apresentar um valor fixo ou estimado, já que o custo final depende de aspectos regulatórios e comerciais específicos de cada situação.
É possível comprar Idhifa no Brasil?
A disponibilidade do Idhifa no Brasil depende de fatores como registro sanitário, prescrição médica válida, regulamentação vigente sobre importação de medicamentos oncológicos e disponibilidade junto a fornecedores autorizados. A aquisição deve sempre ocorrer com orientação e acompanhamento médico especializado.
Informações importantes de segurança
O uso do enasidenibe deve ocorrer exclusivamente sob orientação médica especializada. Entre os cuidados relevantes, destacam-se:
- Risco de síndrome de diferenciação, que pode incluir febre, dificuldade respiratória e retenção de líquidos, exigindo atenção médica imediata caso ocorra.
- Necessidade de monitoramento da função hepática durante todo o tratamento.
- Importância de informar à equipe médica histórico de doenças renais ou hepáticas antes do início do tratamento.
- Necessidade de acompanhamento hematológico regular para avaliação da resposta terapêutica.
- Atenção a possíveis interações medicamentosas, que devem ser avaliadas pelo médico responsável.
Qualquer sintoma incomum durante o tratamento deve ser comunicado imediatamente à equipe médica responsável.
Fontes consultadas
- FDA (Food and Drug Administration)
- MedlinePlus
- PubMed / NCBI
- Fabricante oficial (Bristol-Myers Squibb)
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — BRISTOL -MYERS
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
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Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
Quero acompanhar meu pedido. Como faço?
Posso cancelar um pedido?
Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.
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