KEYTRUDA 25MG (PEMBROLIZUMABE) 100MG/4ML INJ MSD
CONTÉM 1 FRASCO DE KEYTRUDA 25MG Princípio ativo CategoriaKeytruda é um medicamento imunoterápico à base de pembrolizumabe, indicado para o tratamento de vários tipos de câncer, como pulmão, melanoma, bexiga e linfoma. Atua bloqueando o receptor PD-1, ajudando o sistema imunológico a combater as células tumorais. É administrado por via intravenosa e prescrito por oncologistas…
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Keytruda é o nome comercial do pembrolizumabe, medicamento biológico injetável que pertence à classe dos anticorpos monoclonais humanizados, mais especificamente aos inibidores de checkpoint imunológico direcionados à proteína PD-1. É fabricado pela Merck Sharp & Dohme (MSD), subsidiária internacional da Merck & Co., e recebeu sua primeira aprovação da FDA em 2014, tornando-se um dos primeiros medicamentos dessa classe terapêutica a chegar à prática clínica oncológica.
O medicamento de referência é apresentado como solução concentrada para infusão intravenosa, na concentração de 100 mg/4 mL (25 mg/mL). Seu uso está restrito ao ambiente hospitalar ou clínico especializado, sempre sob prescrição e acompanhamento de médico oncologista.
Para que serve?
O pembrolizumabe é indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer, conforme aprovações vigentes da FDA e da EMA. As indicações abrangem tanto doença avançada ou metastática quanto contextos adjuvantes e neoadjuvantes (antes ou depois de cirurgia), dependendo do tipo tumoral. Entre as principais indicações aprovadas internacionalmente, destacam-se:
- Melanoma avançado, metastático ou em estágio de alto risco após ressecção cirúrgica
- Câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC), em diferentes linhas de tratamento
- Carcinoma urotelial (bexiga e trato urinário)
- Carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (HNSCC)
- Carcinoma de células renais
- Linfoma de Hodgkin clássico, incluindo indicação pediátrica a partir de 3 anos
- Mesotelioma pleural maligno não epitelioide
- Câncer gástrico, da junção gastroesofágica e esofágico
- Câncer de mama triplo-negativo
- Carcinoma endometrial e câncer cervical
- Câncer do trato biliar e câncer ovariano epitelial
- Tumores com instabilidade de microssatélites alta (MSI-H) ou deficiência de reparo de incompatibilidade (dMMR), em diferentes órgãos
Em várias dessas indicações, o medicamento pode ser utilizado isoladamente (monoterapia) ou combinado a quimioterapia, terapias-alvo ou outros agentes biológicos, de acordo com o protocolo definido pelo oncologista responsável.
Como funciona?
O mecanismo de ação do pembrolizumabe está relacionado ao bloqueio do receptor PD-1 (Programmed Death-1), presente na superfície dos linfócitos T, células responsáveis pela defesa imunológica contra ameaças ao organismo, incluindo células tumorais.
Algumas células cancerígenas produzem proteínas chamadas PD-L1 e PD-L2, que se ligam ao receptor PD-1 e "desativam" a resposta dos linfócitos T, permitindo que o tumor escape da vigilância imunológica. Ao impedir essa ligação, a terapia com pembrolizumabe restaura a capacidade do sistema imunológico de identificar e atacar as células tumorais. Por esse motivo, o pembrolizumabe é classificado como imunoterapia, e não como quimioterapia citotóxica tradicional.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
De acordo com dados publicados pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e pela FDA, estudos clínicos avaliaram o pembrolizumabe em diferentes tipos de câncer, comparando o medicamento a tratamentos padrão, quimioterapia ou placebo. Os resultados relatados na literatura científica incluem, de forma resumida:
- Em melanoma avançado, estudos indicaram maior tempo sem progressão da doença e maior sobrevida em comparação a quimioterapia ou a outro medicamento imunoterápico avaliado.
- Em câncer de pulmão de células não pequenas, diferentes estudos mostraram aumento no tempo de sobrevida global em pacientes tratados com pembrolizumabe, isoladamente ou em combinação com quimioterapia, especialmente em tumores com expressão de PD-L1.
- Em carcinoma urotelial e carcinoma renal, o tratamento foi associado a maior sobrevida global em comparação a outras terapias oncológicas de referência.
- Em linfoma de Hodgkin clássico recidivado ou refratário, estudos relataram remissão completa ou parcial em parte relevante dos pacientes avaliados.
- Em contextos adjuvantes (após cirurgia), como melanoma, câncer de pulmão e câncer renal, os dados sugerem redução na taxa de recidiva em comparação a placebo.
Esses resultados variam conforme o tipo de tumor, o estágio da doença, biomarcadores como PD-L1, MSI-H ou dMMR, e as características individuais de cada paciente. Os dados completos de cada estudo estão disponíveis nos relatórios de avaliação publicados pela EMA e na bula aprovada pela FDA. Nenhum resultado de estudo científico deve ser interpretado como garantia de resposta individual ao tratamento.
Perguntas frequentes
Para que serve o Keytruda?
O Keytruda (pembrolizumabe) é utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer, incluindo melanoma, câncer de pulmão, carcinoma urotelial, câncer renal, linfoma de Hodgkin e outros tumores sólidos, conforme indicações aprovadas por agências regulatórias internacionais.
Como o Keytruda funciona no organismo?
O medicamento bloqueia o receptor PD-1 dos linfócitos T, impedindo que células tumorais inativem a resposta imunológica. Isso permite que o próprio sistema imunológico do paciente reconheça e combata as células cancerígenas de forma mais eficiente.
Quem pode utilizar o Keytruda?
O uso é indicado para pacientes adultos com diagnóstico confirmado de determinados tipos de câncer, conforme avaliação médica individualizada. Em algumas indicações específicas, como linfoma de Hodgkin e melanoma, também há aprovação para uso em crianças e adolescentes, respeitando faixas etárias definidas pelas agências regulatórias.
Existem contraindicações?
Sim. O uso requer avaliação médica cuidadosa em pacientes com doenças autoimunes ativas, histórico de transplante de órgão sólido ou de células-tronco hematopoiéticas, pneumonite prévia relacionada a radioterapia torácica, ou hipersensibilidade conhecida ao pembrolizumabe ou a qualquer excipiente da fórmula. A decisão sobre o uso cabe exclusivamente ao médico responsável, após análise do histórico clínico completo do paciente.
Como é administrado o Keytruda?
A administração é realizada por infusão intravenosa, com duração aproximada de 30 minutos, em ambiente clínico ou hospitalar, sob supervisão de profissional de saúde qualificado. Em algumas apresentações regulatórias mais recentes, o pembrolizumabe também pode ser administrado por via subcutânea, conforme orientação médica e disponibilidade regulatória local.
O tratamento necessita acompanhamento médico contínuo?
Sim. O tratamento com pembrolizumabe exige acompanhamento médico e laboratorial regular, incluindo exames de função hepática, renal e tireoidiana, hemograma e monitoramento clínico de possíveis eventos adversos relacionados ao sistema imunológico, que podem surgir durante ou após o tratamento.
O Keytruda é aprovado por órgãos regulatórios internacionais?
Sim. O pembrolizumabe possui aprovação da FDA (Food and Drug Administration, Estados Unidos) desde 2014 e da EMA (European Medicines Agency, União Europeia) desde 2015, com indicações que foram progressivamente ampliadas ao longo dos anos com base em novos estudos clínicos.
Existem alternativas terapêuticas ao Keytruda?
Sim. Existem outros inibidores de checkpoint imunológico direcionados a PD-1 ou PD-L1, além de outras classes terapêuticas utilizadas em oncologia, como quimioterapia, terapias-alvo e outros agentes biológicos. A escolha entre essas opções depende do tipo de câncer, estágio da doença, biomarcadores tumorais e avaliação clínica individual feita pelo oncologista.
Como o Keytruda deve ser armazenado?
Segundo informações do fabricante, o produto deve ser mantido sob refrigeração, entre 2°C e 8°C, protegido da luz e sem congelamento. O transporte e o armazenamento inadequados podem comprometer a estabilidade e a eficácia do medicamento, por isso a cadeia de frio deve ser rigorosamente respeitada desde a fabricação até a administração.
Qual o preço do medicamento Keytruda?
O valor do Keytruda pode variar de forma significativa e depende de múltiplos fatores, como dosagem e apresentação, quantidade adquirida, fabricante e país de origem, disponibilidade junto a fornecedores, tributação aplicável, modalidade de aquisição, custos logísticos de transporte e armazenamento sob temperatura controlada, além da regulamentação sanitária vigente em cada país. Por isso, não é possível informar um valor fixo, estimado ou aproximado nesta página. Para obter um valor atualizado, recomenda-se solicitar uma cotação diretamente com fornecedores autorizados.
É possível comprar Keytruda no Brasil?
A disponibilidade do Keytruda no Brasil está sujeita ao registro sanitário do produto, à exigência de prescrição médica válida emitida por oncologista e à regulamentação vigente da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), incluindo, quando aplicável, processos específicos de importação. A aquisição sem orientação médica e acompanhamento especializado não é recomendada em nenhuma circunstância, já que se trata de medicamento de uso oncológico complexo, com necessidade de monitoramento contínuo.
Informações importantes de segurança
O uso do pembrolizumabe deve ocorrer exclusivamente sob orientação e supervisão de médico oncologista, em ambiente clínico adequado. Por atuar sobre o sistema imunológico, o medicamento pode causar reações imunomediadas que afetam diferentes órgãos, como pulmões, intestino, fígado, glândulas endócrinas, rins e pele, entre outros. Essas reações podem variar de leves a graves e, em alguns casos, exigir suspensão temporária ou definitiva do tratamento.
Reações relacionadas à infusão também podem ocorrer durante ou pouco depois da administração. O tratamento requer monitoramento laboratorial periódico e comunicação imediata ao médico responsável em caso de sintomas novos ou que se agravem, como falta de ar, diarreia persistente, alterações de pele, icterícia, alterações hormonais ou fadiga incomum.
Mulheres em idade fértil devem utilizar métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento, conforme orientação médica, e o uso durante a gestação e a lactação deve ser avaliado individualmente pelo médico responsável. Este conteúdo não contempla a lista completa de contraindicações, interações e reações adversas, disponível na bula aprovada pelas agências regulatórias.
Fontes consultadas
- FDA (U.S. Food and Drug Administration) — Drugs@FDA, BLA 125514: accessdata.fda.gov
- FDA — Bula aprovada (Prescribing Information) do Keytruda: accessdata.fda.gov
- EMA (European Medicines Agency) — Keytruda: EPAR, Medicine Overview: ema.europa.eu
- Fabricante oficial — Merck Sharp & Dohme (MSD): keytruda.com
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — MERCK & CO. OU MERCK SHARP & DOHME (MSD)
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
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