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CHORIOMON 5000 IE C SOLV SPRI DURCHSTF IBSA

CONTÉM 5000 UI DE GONADOTROFINA CORIÔNICA HUMANA (HCG). ACOMPANHA 1 ML DE SOLUÇÃO DE CLORETO DE SÓDIO A 0,9%, EM SERINGA OU AMPOLA PRÉ-CHEIA COMO DILUENTE. Princípio ativo Categorias

CHORIOMON® 5.000 UI – Injeção (IBSA) Princípio Ativo: Gonadotrofina Coriônica Humana (hCG) 5.000 UI | Fabricante: IBSA Institut Biochimique SA | Apresentação: Pó liofilizado + solvente para solução injetável | Uso: Subcutâneo ou intramuscular, adultos, uso sob prescrição médica O Choriomon é um medicamento contendo gon…

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Descrição

CHORIOMON 5000UI

CHORIOMON 5000UI é um medicamento injetável cujo princípio ativo é a gonadotropina coriônica humana (hCG), fabricado pelo laboratório IBSA. Pertence à classe terapêutica dos gonadotróficos e é utilizado no contexto clínico de tratamentos de reprodução assistida e de condições relacionadas ao desenvolvimento gonadal.

A gonadotropina coriônica humana é um hormônio glicoproteico naturalmente produzido pelo trofoblasto placentário durante a gestação. No contexto farmacêutico, a hCG altamente purificada extraída de urina de mulheres gestantes é empregada como alternativa terapêutica em protocolos de indução da ovulação e em tratamentos de distúrbios da fertilidade masculina.

A European Medicines Agency (EMA) reconhece a gonadotropina coriônica humana como um fármaco autorizado para indicações específicas no domínio da medicina reprodutiva e do desenvolvimento gonadal.

Para que serve?

As indicações aprovadas para medicamentos à base de hCG são reconhecidas internacionalmente e abrangem tratamentos tanto em mulheres quanto em homens. Conforme as informações publicadas pela EMA e as diretrizes do fabricante IBSA, o tratamento com esse fármaco está indicado para as seguintes condições:

  • Indução da ovulação em mulheres com anovulação ou oligovulação, em protocolos de reprodução assistida, incluindo fertilização in vitro (FIV) e inseminação intrauterina (IIU)
  • Suporte à fase lútea após a indução ou recuperação de ovócitos, contribuindo para a adequação do ambiente endometrial
  • Tratamento do hipogonadismo hipogonadotrófico em homens adultos, condição em que há deficiência na produção de hormônios que estimulam as gônadas
  • Tratamento da criptorquidia não anatômica em meninos, ou seja, a retenção de testículos fora do escroto que não se deve a causas anatômicas estruturais

Como funciona?

O mecanismo de ação da gonadotropina coriônica humana baseia-se na sua semelhança estrutural e funcional com o hormônio luteinizante (LH), um dos gonadotróficos produzidos pela adeno-hipófise. Essa similaridade permite que a hCG atue nos mesmos receptores celulares, desencadeando respostas fisiológicas equivalentes.

Nas mulheres, a administração desse medicamento durante a fase folicular estimula a maturação final do folículo ovariano e induz a ovulação, processo fundamental para a liberação do oócito e subsequente possibilidade de fecundação. Além disso, contribui para o suporte da fase lútea, período pós-ovulação em que o corpo lúteo secreta progesterona para preparar o endométrio à possível implantação do embrião.

Nos homens, a gonadotropina coriônica humana atua diretamente nas células de Leydig presentes nos testículos, estimulando a produção de testosterona. Essa ação é relevante tanto no tratamento do hipogonadismo hipogonadotrófico quanto na prevenção ou reversão da atrofia testicular em terapias prolongadas com testosterona exógena.

O StatPearls, publicado no NCBI Bookshelf, detalha a fisiologia da gonadotropina coriônica humana e seu papel nos processos reprodutivos, reforçando a fundamentação científica desse mecanismo.

Quais são os benefícios observados em estudos científicos?

A literatura científica disponível nas bases PubMed e NCBI apresenta evidências sobre a utilização da gonadotropina coriônica humana em protocolos de reprodução assistida e tratamento de condições gonadais masculinas.

Um estudo farmacocinético randomizado publicado por Radicioni et al. em 2022 comparou diretamente a hCG altamente purificada do Choriomon com uma preparação de hCG recombinante, avaliando parâmetros de biodisponibilidade entre as formulações. Os resultados demonstraram perfis farmacocinéticos comparáveis, fornecendo dados relevantes para a escolha terapêutica. A publicação está disponível no PubMed/NCBI.

Uma revisão publicada por de Ziegler et al. em 2018 abordou o papel da hCG no suporte à fase lútea após protocolos de reprodução assistida. A revisão analisou evidências sobre a utilização de hCG como alternativa ou complemento à suplementação de progesterona, identificando benefícios no contexto de determinadas estratégias terapêuticas. O estudo está indexado no PubMed/NCBI.

Os resultados observados variam conforme o protocolo terapêutico adotado, as características individuais do paciente, a dosagem empregada e o contexto clínico. A literatura científica não estabelece resultados universais, e cada caso deve ser avaliado individualmente pelo profissional de saúde responsável.

Perguntas frequentes

Para que serve o Choriomon?

O medicamento é utilizado na indução da ovulação em tratamentos de reprodução assistida, no suporte à fase lútea e no tratamento de condições relacionadas ao desenvolvimento gonadal masculino, como hipogonadismo hipogonadotrófico e criptorquidia não anatômica.

Como funciona o Choriomon?

Atua de forma semelhante ao hormônio luteinizante natural, estimulando a ovulação em mulheres e a produção de testosterona nos testículos em homens. Essa ação ocorre por meio da ligação aos mesmos receptores celulares, desencadeando respostas fisiológicas equivalentes às do LH.

Quem pode utilizar?

Mulheres em tratamento de fertilidade com anovulação ou oligovulação, pacientes submetidas a protocolos de reprodução assistida e homens com hipogonadismo hipogonadotrófico ou condições relacionadas ao desenvolvimento gonadal. O uso requer prescrição e acompanhamento de médico especialista em medicina reprodutiva ou endocrinologia.

Existem contraindicações?

Sim. As contraindicações incluem hipersensibilidade à gonadotropina coriônica humana ou a qualquer componente da formulação, presença de tumores dependentes de hormônios sexuais (como tumores mamários, uterinos, ovarianos, prostáticos ou hipofisários), puberdade precoce, insuficiência ovariana primária, sangramento uterino de causa desconhecida e cistos ovarianos não relacionados a síndrome dos ovários policísticos. O médico responsável deve avaliar cada caso individualmente antes de prescrever o tratamento.

Como é administrado?

É administrado por via injetável, podendo ser aplicado por via intramuscular ou subcutânea, conforme o protocolo estabelecido pelo médico. O fármaco é fornecido em forma liofilizada e requer reconstituição com diluente específico antes da aplicação. A dosagem e a frequência variam conforme a indicação clínica e o protocolo terapêutico adotado.

Necessita acompanhamento médico?

Sim. O tratamento requer acompanhamento médico especializado com monitoramento hormonal periódico e exames ultrassonográficos para avaliação da resposta ovariana e ajuste da terapia. O acompanhamento permite identificar precocemente possíveis complicações, como a síndrome de hiperestimulação ovariana.

É aprovado por órgãos regulatórios?

A gonadotropina coriônica humana é aprovada pela European Medicines Agency (EMA) para as indicações de fertilidade e desenvolvimento gonadal mencionadas. O medicamento também possui registros e autorizações em diversos países, conforme as regulamentações sanitárias locais aplicáveis.

Possui alternativas terapêuticas?

Sim. Existem outras abordagens e medicamentos para indução da ovulação e suporte à fertilidade, incluindo a hCG recombinante (como a corifollitropina alfa e ovecoriogonadotropina), protocolos baseados em agonistas ou antagonistas do GnRH, e suplementação com progesterona para suporte da fase lútea. A escolha da alternativa terapêutica mais adequada depende do quadro clínico do paciente e da avaliação do especialista.

Como deve ser armazenado?

Deve ser armazenado conforme as instruções da bula do fabricante. Antes da reconstituição, geralmente exige conservação sob refrigeração entre 2°C e 8°C, protegido da luz e fora do alcance de crianças. Após a reconstituição, o medicamento deve ser utilizado conforme as orientações específicas do fabricante, que podem variar conforme a formulação.

Qual o preço do medicamento Choriomon?

O valor do Choriomon 5000UI pode variar conforme a dosagem, a quantidade de unidades, o fabricante, o país de origem, a disponibilidade no mercado, a tributação aplicável, a modalidade de aquisição, os custos logísticos envolvidos e a regulamentação vigente. Não é possível informar preços fixos, estimativas ou faixas de valores neste conteúdo. Recomenda-se consultar farmácias autorizadas ou a equipe médica para obter informações atualizadas sobre disponibilidade e custos.

É possível comprar Choriomon no Brasil?

A disponibilidade no Brasil depende de diversos fatores, incluindo o registro sanitário do produto junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a existência de prescrição médica válida, a observância da regulamentação vigente e a disponibilidade junto aos fornecedores. Em alguns casos, a aquisição pode envolver processos de importação conforme as normas aplicáveis. A compra não deve ocorrer sem orientação e acompanhamento médico adequado.

Informações importantes de segurança

O uso de gonadotropina coriônica humana exige cuidados específicos durante todo o período de tratamento. As principais informações de segurança incluem:

  • Uso exclusivo sob prescrição e acompanhamento de médico especialista em fertilidade, endocrinologia ou medicina reprodutiva
  • Monitoramento hormonal e ultrassonográfico regular durante o tratamento para avaliação da resposta ovariana e prevenção de complicações
  • Risco de síndrome de hiperestimulação ovariana (SHO), que pode se manifestar com dor abdominal, distensão, náuseas e, em casos graves, ascite e derrame pleural
  • Reações comuns no local da aplicação, como vermelhidão, dor, inchaço e irritação, que geralmente são transitórias
  • Possibilidade de cefaleia, fadiga e desconforto abdominal como efeitos adversos relatados
  • Avaliação prévia de interações medicamentosas pelo profissional de saúde responsável
  • Cautela especial em pacientes com histórico de tumores dependentes de hormônios sexuais ou predisposição a neoplasias hormonodependentes
  • Gravidez múltipla como possível consequência do tratamento de reprodução assistida, com riscos maternos e fetais associados

Qualquer sintoma atípico ou reação adversa durante o tratamento deve ser comunicada imediatamente ao médico responsável para avaliação e conduta adequada.

Fontes consultadas

As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.

Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .

Fontes consultadas

Dúvidas Frequentes

Quais são os documentos necessários para a importação?
  • Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
    • Nome completo e endereço do paciente
    • Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
    • Quantidade prescrita
    • Posologia
    • Data de emissão (validade de até 180 dias)
    • Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
  • Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
  • Cópia simples do CPF do paciente.
  • Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
  • Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
  • Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
O processo de importação direta para o paciente leva, em média, 15 a 25 dias úteis, contados a partir do recebimento completo da documentação.

Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Medicamentos destinados a pessoa física são isentos de imposto de importação e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para valores de até US$ 10.000.

Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
Oferecemos as seguintes opções:
  • PIX
  • Depósito em conta
  • Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
Após solicitar a cotação, você receberá um e-mail com todas as informações. Para dar continuidade, basta enviar os formulários preenchidos e a documentação solicitada por e-mail.
Quero acompanhar meu pedido. Como faço?
Assim que o medicamento for despachado, você receberá um código de rastreamento, que permite o acompanhamento detalhado de todas as etapas do envio.
Posso cancelar um pedido?
O pedido pode ser cancelado somente até o momento em que for despachado pelo fornecedor no país de origem. Após o envio, não é mais possível realizar o cancelamento.

Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.

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