EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE
Princípio ativo CategoriaEprex® 40.000 UI/1,0 mL – epoetina alfa – 1 seringa preenchida Medicamento indicado para o tratamento da anemia associada a doenças crônicas e quimioterapia, estimulando a produção de glóbulos vermelhos. Administração injetável conforme prescrição médica. Produto refrigerado. Venda sob prescrição.
Solicitar CotaçãoEPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE
O EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE é uma apresentação de epoetina alfa em seringa preenchida, com 40.000 unidades internacionais (UI) em 1,0 mL de solução injetável, embalada com uma única seringa. Trata-se de um medicamento biológico da Janssen, pertencente ao grupo dos agentes estimuladores da eritropoiese, utilizado sob prescrição e acompanhamento médico em situações específicas de anemia. Este conteúdo reúne informações gerais descritas em fontes regulatórias internacionais e não substitui a bula brasileira nem a orientação de um profissional de saúde.
O que é o EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE?
O EPREX é o nome comercial de uma epoetina alfa produzida por tecnologia de DNA recombinante. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) descreve a epoetina alfa como uma versão sintética do hormônio natural eritropoetina, que estimula a produção de glóbulos vermelhos na medula óssea. Na União Europeia, o produto de referência conhecido como Eprex/Erypo serviu de base para a aprovação de medicamentos biossimilares, como o Binocrit, o que mostra a posição histórica desse medicamento entre as epoetinas.
A apresentação de 40.000 UI em 1,0 mL corresponde a uma concentração de 40.000 UI por mL, a mais concentrada entre as seringas preenchidas desta família de produtos. Por conter uma quantidade elevada de epoetina alfa em uma única seringa, essa apresentação costuma ser considerada quando o esquema prescrito exige uma quantidade maior do medicamento por aplicação, como pode ocorrer em esquemas com aplicações menos frequentes. A escolha da apresentação, porém, depende sempre da prescrição médica, do peso, da indicação e da resposta de cada paciente.
A embalagem contém uma seringa preenchida (C/1 SE), pronta para aplicação, o que dispensa a reconstituição do produto. A forma farmacêutica é solução injetável, destinada à administração por via subcutânea (sob a pele) ou intravenosa (na veia), conforme orientação profissional.
Princípio ativo e composição
O princípio ativo do EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE é a epoetina alfa, uma glicoproteína obtida por biotecnologia com sequência de aminoácidos semelhante à da eritropoetina humana. Em condições normais, a eritropoetina é produzida principalmente pelos rins e sinaliza à medula óssea que é necessário formar mais glóbulos vermelhos.
Quando essa produção natural está reduzida, como ocorre em muitas pessoas com doença renal crônica, ou quando a medula óssea sofre os efeitos de tratamentos como a quimioterapia, pode haver anemia. A epoetina alfa atua ligando-se aos receptores de eritropoetina nas células precursoras da medula óssea, estimulando sua multiplicação e sua transformação em glóbulos vermelhos maduros. Por isso, a substância é classificada como agente estimulador da eritropoiese (AEE, ou ESA na sigla em inglês).
A quantidade de princípio ativo é expressa em unidades internacionais, e não em miligramas, porque a atividade biológica da epoetina é medida dessa forma. Os excipientes da formulação (como agentes de tamponamento e estabilizantes) devem ser conferidos na bula brasileira do produto, pois podem variar entre apresentações, países e versões do registro. Vale observar que a bula americana de epoetina alfa menciona álcool benzílico apenas nos frascos multidose; a composição exata da seringa preenchida deve ser verificada no material oficial do EPREX.
Para que serve o EPREX 40.000 UI?
As indicações da epoetina alfa são descritas em documentos regulatórios, e podem variar conforme o país e a versão da bula. De acordo com a EMA (no resumo do biossimilar Binocrit, que tem o Eprex/Erypo como referência) e com a bula americana do Epogen publicada no DailyMed, a epoetina alfa é utilizada em situações como:
- anemia sintomática associada à doença renal crônica, em pacientes em diálise ou ainda não submetidos à diálise;
- anemia em adultos com câncer que recebem quimioterapia mielossupressora;
- aumento da quantidade de sangue que pode ser coletada em adultos com anemia moderada e ferro normal que vão doar o próprio sangue antes de uma cirurgia (programa de pré-doação autóloga, conforme descrito pela EMA);
- redução da necessidade de transfusões em adultos com anemia moderada que serão submetidos a cirurgia ortopédica de grande porte, como cirurgia de quadril;
- anemia em pacientes com síndromes mielodisplásicas de risco baixo a intermediário, conforme descrito pela EMA para a epoetina alfa biossimilar;
- anemia relacionada ao uso de zidovudina em pessoas com HIV, indicação presente na bula americana.
A bula americana também informa situações em que a epoetina alfa não é indicada, por exemplo: pacientes com câncer que recebem apenas terapia hormonal, produtos biológicos ou radioterapia, sem quimioterapia mielossupressora concomitante; pacientes com câncer em que a cura é esperada; pacientes submetidos a cirurgia cardíaca ou vascular; e como substituto de transfusão quando é necessária a correção imediata da anemia.
No Brasil, as indicações aprovadas para o EPREX devem ser conferidas na bula registrada. A presença de determinada indicação em outro país não significa que ela esteja aprovada da mesma maneira em território nacional.
Como o EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE é utilizado?
O EPREX é aplicado por injeção subcutânea ou intravenosa. Segundo a bula americana, a via intravenosa é a preferida para pacientes em hemodiálise. A aplicação pode ser feita por um profissional de saúde ou, após treinamento adequado, pelo próprio paciente ou cuidador, quando o médico considerar apropriado.
A seringa de 40.000 UI em 1,0 mL contém a maior quantidade de epoetina alfa por seringa dentro da linha. Em termos gerais, as fontes consultadas descrevem esquemas que vão de uma a três aplicações por semana, e esquemas semanais são citados em algumas indicações, como na anemia associada à quimioterapia. Em cirurgias, a EMA descreve o uso em adultos com anemia moderada que se preparam para o procedimento, com aplicações concentradas no período perioperatório. A decisão sobre qual concentração e qual frequência utilizar cabe exclusivamente ao médico.
A dose é individualizada e calculada pelo profissional de saúde com base no peso corporal, na indicação e na resposta da hemoglobina. A bula americana orienta:
- utilizar a menor dose suficiente para reduzir a necessidade de transfusões de glóbulos vermelhos;
- evitar elevações rápidas da hemoglobina;
- não aumentar a dose com frequência maior do que a definida na bula, enquanto reduções podem ser feitas mais rapidamente;
- monitorar a hemoglobina com frequência no início do tratamento e após ajustes, e com menor frequência quando os valores se estabilizam;
- avaliar os estoques de ferro (ferritina e saturação de transferrina) antes e durante o tratamento, com suplementação quando indicada.
O efeito sobre a hemoglobina não é imediato. O aumento dos glóbulos vermelhos ocorre ao longo de semanas, e a resposta varia entre as pessoas. Quando a resposta é inferior à esperada, a bula recomenda investigar causas como deficiência de ferro, infecção, inflamação, sangramento e, em casos selecionados, aplasia pura de células vermelhas.
Antes de usar, a solução deve ser inspecionada visualmente: não deve ser utilizada se estiver turva, com partículas ou com alteração de cor. A seringa não deve ser agitada. Cada seringa é de uso único, e qualquer sobra deve ser descartada conforme orientação do serviço de saúde.
Contraindicações
De acordo com a bula americana da epoetina alfa, o medicamento não deve ser utilizado por pessoas com:
- hipertensão arterial não controlada;
- aplasia pura de células vermelhas que tenha começado após tratamento com eritropoetina ou outra proteína da mesma classe;
- histórico de reação alérgica grave à epoetina alfa ou a componentes da formulação.
A bula americana também contraindica os frascos multidose, que contêm álcool benzílico, em recém-nascidos, lactentes, gestantes e lactantes. Como o EPREX 40.000 UI é uma seringa preenchida de dose única, a composição e as restrições específicas devem ser confirmadas na bula brasileira. Pessoas com histórico de trombose, convulsões, doença cardiovascular ou câncer devem discutir com o médico se o tratamento é adequado.
Advertências e precauções
A bula americana da epoetina alfa traz uma advertência destacada sobre riscos que se aplicam a todos os agentes estimuladores da eritropoiese. Os principais pontos são:
Eventos cardiovasculares e tromboembólicos
Os agentes estimuladores da eritropoiese aumentam o risco de morte, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, tromboembolismo venoso, trombose de acesso vascular e outros eventos tromboembólicos. Em estudos com pacientes com doença renal crônica, o risco foi maior quando se buscou atingir níveis de hemoglobina mais altos. A bula americana informa que não foi identificado um nível de hemoglobina-alvo, uma dose ou uma estratégia de dosagem que eliminasse esses riscos. Em cirurgias, a bula recomenda considerar profilaxia de trombose venosa profunda.
Progressão tumoral e sobrevida em pacientes com câncer
Em estudos clínicos com diferentes tipos de câncer, os agentes estimuladores da eritropoiese foram associados a redução da sobrevida global e/ou aumento do risco de progressão ou recorrência do tumor. Por esse motivo, a bula americana restringe o uso à anemia causada por quimioterapia mielossupressora e recomenda a interrupção ao final do ciclo de quimioterapia. Esse ponto é especialmente relevante para a apresentação de 40.000 UI, frequentemente discutida no contexto oncológico.
Hipertensão arterial
A epoetina alfa pode elevar a pressão arterial. A bula recomenda controlar a pressão antes e durante o tratamento e ajustar ou suspender o medicamento se a pressão não puder ser controlada.
Convulsões
A epoetina alfa aumenta o risco de convulsões em pacientes com doença renal crônica. A bula orienta monitoramento nos primeiros meses de tratamento e atenção a sintomas neurológicos novos ou a mudanças na frequência de crises em quem já tem epilepsia.
Aplasia pura de células vermelhas
Foram relatados casos de aplasia pura de células vermelhas associados a anticorpos neutralizantes contra a eritropoetina, predominantemente em pacientes com doença renal crônica que usavam o medicamento por via subcutânea. Nessa condição, ocorre anemia grave com contagem baixa de reticulócitos. Se houver suspeita, o medicamento deve ser suspenso e a condição investigada; confirmado o diagnóstico, o tratamento deve ser descontinuado de forma definitiva e o paciente não deve trocar para outra epoetina.
Reações alérgicas e cutâneas graves
Podem ocorrer reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia, angioedema, broncoespasmo, erupção cutânea e urticária. A bula americana atualizada também menciona reações cutâneas graves, como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Diante de bolhas, descamação da pele, lesões na boca ou erupção extensa, a orientação é interromper o medicamento e procurar atendimento imediato.
Diálise e exames laboratoriais
Pacientes em hemodiálise podem precisar de ajuste na anticoagulação com heparina durante as sessões. O acompanhamento regular da hemoglobina, da pressão arterial e dos estoques de ferro faz parte do uso seguro do medicamento.
Possíveis reações adversas
As reações adversas variam conforme a indicação e a condição de saúde de cada pessoa. As fontes consultadas descrevem os seguintes efeitos:
Reações mais frequentemente relatadas
- dor de cabeça;
- náuseas, vômitos e diarreia;
- febre;
- dores nas articulações e nos músculos, espasmos musculares e dor óssea;
- aumento da pressão arterial;
- tosse e sintomas de infecção das vias aéreas superiores;
- reações no local da injeção;
- erupção cutânea;
- insônia e humor deprimido, relatados em pacientes com câncer.
Em pacientes que recebem quimioterapia, a bula americana também lista feridas na boca, perda de peso, dificuldade para engolir, alterações de glicose e potássio e eventos trombóticos. Em pacientes cirúrgicos, foram relatados coceira, calafrios e trombose venosa profunda.
Reações graves e sinais de alerta
Procure atendimento médico imediato se ocorrerem:
- dor no peito, falta de ar ou dificuldade para respirar;
- dor, inchaço ou calor em uma perna, sugestivos de trombose;
- fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, confusão ou alteração visual, sugestivos de AVC;
- convulsões;
- dor de cabeça intensa, que pode indicar pressão muito alta;
- cansaço extremo, desmaio ou palidez intensa, que podem indicar perda de resposta ou aplasia pura de células vermelhas;
- inchaço do rosto, da garganta ou da língua, urticária ou dificuldade para engolir;
- bolhas, descamação ou lesões extensas na pele.
Pacientes em hemodiálise devem comunicar sinais de coagulação ou obstrução do acesso vascular.
Interações com medicamentos, alimentos e suplementos
A bula americana informa que não foram conduzidos estudos formais de interação medicamentosa com a epoetina alfa. Mesmo assim, alguns cuidados práticos são descritos nas fontes:
- ferro: a resposta ao medicamento depende de estoques adequados de ferro, e o médico pode prescrever suplementação oral ou intravenosa;
- anti-hipertensivos: pode ser necessário iniciar ou ajustar medicamentos para pressão durante o tratamento;
- heparina: em hemodiálise, pode ser necessário ajustar a anticoagulação;
- quimioterápicos: o uso ocorre em conjunto com a quimioterapia mielossupressora, sob supervisão da equipe oncológica.
Não há interações específicas com alimentos, bebidas ou suplementos descritas nas fontes consultadas, com exceção da importância de manter estoques adequados de ferro, que o médico acompanha por exames. Informe ao médico ou farmacêutico todos os medicamentos, vitaminas, suplementos e fitoterápicos em uso.
Uso em grupos específicos
Gestantes
Os dados em humanos são limitados. A bula americana descreve efeitos em estudos com animais em doses elevadas e orienta que, na gestação, sejam utilizadas apenas formulações sem álcool benzílico. É importante informar ao médico se houver gravidez, planejamento de gravidez ou se a gestação ocorrer durante o tratamento. A decisão cabe ao médico, considerando benefícios e riscos.
Lactantes
Não se sabe com certeza se a epoetina alfa passa para o leite humano em quantidade relevante. A bula americana orienta evitar exposição ao álcool benzílico durante a amamentação. Quem está amamentando deve conversar com o médico antes do uso.
Crianças e adolescentes
A bula americana descreve uso em crianças com doença renal crônica a partir de 1 mês de idade e em crianças a partir de 5 anos com anemia associada à quimioterapia. A seringa de 40.000 UI contém uma quantidade elevada do princípio ativo, e a adequação de cada apresentação para uso pediátrico deve ser avaliada pelo médico com base na bula brasileira.
Idosos
Segundo a bula americana, não foram observadas diferenças de segurança ou eficácia entre idosos e pacientes mais jovens nos estudos, mas a dose deve ser individualizada, considerando outras doenças e medicamentos em uso.
Pessoas com doença renal ou hepática
A doença renal crônica é uma das principais situações de uso do medicamento, com cuidados específicos sobre pressão arterial, convulsões e metas de hemoglobina. As fontes consultadas não trazem orientações detalhadas para insuficiência hepática; nesses casos, a avaliação deve ser feita pelo médico.
Armazenamento e conservação
A bula americana da epoetina alfa orienta conservar o produto sob refrigeração, entre 2 °C e 8 °C, protegido da luz, sem congelar e sem agitar. Produtos que tenham sido congelados ou agitados não devem ser utilizados.
Para o EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE, recomenda-se manter a seringa na embalagem original até o momento do uso e seguir as condições de conservação, o prazo de validade e eventuais tolerâncias de temperatura informados na embalagem e na bula brasileira. Não utilize o produto após a data de validade. Mantenha fora do alcance de crianças.
Informações para conferir na embalagem
- nome comercial EPREX e o princípio ativo epoetina alfa;
- concentração de 40.000 UI em 1,0 mL;
- quantidade: uma seringa preenchida;
- vias de administração indicadas (subcutânea e/ou intravenosa);
- número de lote, data de fabricação e prazo de validade;
- condições de armazenamento e integridade da embalagem e da seringa;
- número de registro sanitário e dados do fabricante ou detentor do registro;
- exigência de venda sob prescrição médica.
Por ser um medicamento biológico, é útil registrar o nome comercial e o lote de cada aplicação, o que facilita a rastreabilidade em caso de reações adversas.
Perguntas frequentes sobre o EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE
Para que serve o EPREX 40.000 UI?
Conforme fontes regulatórias, a epoetina alfa é usada no tratamento de anemia em doença renal crônica, anemia causada por quimioterapia e, em alguns países, antes de cirurgias ortopédicas de grande porte ou em programas de pré-doação de sangue. As indicações aprovadas no Brasil devem ser confirmadas na bula.
Qual é o princípio ativo do EPREX?
O princípio ativo é a epoetina alfa, uma forma recombinante da eritropoetina humana que estimula a produção de glóbulos vermelhos.
Qual é a diferença entre o EPREX 40.000 UI e o EPREX 4000 UI?
Ambos contêm epoetina alfa, mas em quantidades e volumes diferentes. A seringa de 40.000 UI tem 1,0 mL (40.000 UI por mL) e vem em embalagem com uma seringa. A de 4000 UI tem 0,4 mL (10.000 UI por mL) e vem em embalagem com seis seringas. A apresentação mais concentrada tende a ser usada quando a quantidade prescrita por aplicação é maior, enquanto a menor permite ajustes mais finos. As apresentações não devem ser trocadas sem orientação médica.
O EPREX precisa de receita?
Sim. A epoetina alfa é um medicamento de venda sob prescrição médica, e a EMA informa que o tratamento deve ser iniciado sob supervisão de um médico.
Quais são os efeitos colaterais do EPREX?
Os mais relatados incluem dor de cabeça, náuseas, vômitos, diarreia, febre, dores articulares e musculares e aumento da pressão arterial. Eventos graves possíveis incluem trombose, infarto, AVC, convulsões, reações alérgicas e cutâneas graves e aplasia pura de células vermelhas.
O EPREX pode ser usado por pacientes com câncer?
Pode ser usado para anemia causada por quimioterapia mielossupressora, conforme avaliação médica. As bulas alertam para risco de redução da sobrevida e progressão tumoral, e por isso o uso é restrito a situações específicas.
Posso usar o EPREX durante a gravidez?
Somente com avaliação médica. Os dados em gestantes são limitados, e a decisão deve considerar riscos e benefícios.
Posso usar o EPREX durante a amamentação?
Converse com o médico antes do uso. Não há informações suficientes para uma recomendação geral.
O que fazer se esquecer uma aplicação?
As fontes consultadas não trazem uma regra geral para doses esquecidas, pois o esquema é definido individualmente. Entre em contato com o médico ou com o serviço responsável pela aplicação para saber como proceder, e não aplique quantidade extra por conta própria para compensar.
O que acontece se for aplicada uma quantidade maior que a prescrita?
A dose excessiva pode elevar demais a hemoglobina e a pressão arterial. A bula americana cita casos de hipertensão grave após superdosagem. Procure atendimento médico imediatamente.
Preciso tomar ferro junto com o EPREX?
O médico avalia os estoques de ferro antes e durante o tratamento e pode prescrever suplementação, pois a formação de glóbulos vermelhos depende de ferro disponível.
Como guardar o EPREX 40.000 UI?
Em geladeira, entre 2 °C e 8 °C, protegido da luz, sem congelar e sem agitar, conforme as fontes consultadas e a bula do produto.
Qual é o preço do produto EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE?
O preço pode variar conforme o país, a apresentação, a concentração, o tamanho da embalagem, o estabelecimento e as condições comerciais. Para consultar o valor vigente, verifique farmácias, distribuidores ou canais oficiais autorizados.
Considerações finais
O EPREX 40.000 UI C/ 1,0 ML C/1 SE é uma seringa preenchida de epoetina alfa com a maior concentração da linha, usada sob prescrição em situações de anemia descritas em fontes regulatórias, como doença renal crônica, anemia associada à quimioterapia e preparação para cirurgias em alguns países. O medicamento exige acompanhamento regular da hemoglobina, da pressão arterial e do ferro, e traz advertências importantes sobre eventos cardiovasculares e trombóticos, progressão tumoral, convulsões, aplasia pura de células vermelhas e reações cutâneas graves. As informações aqui reunidas são gerais: consulte a bula oficial e esclareça dúvidas sobre indicação, dose, contraindicações, interações e reações adversas com um médico ou farmacêutico.
Fontes consultadas
- European Medicines Agency — Binocrit (epoetina alfa, biossimilar de Eprex/Erypo): EPAR
- U.S. National Library of Medicine (DailyMed) — EPOGEN (epoetin alfa) injection: bula
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — JANSSEN
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
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Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.
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