LUMAVIBE® 42 MG (LUMATEPERONA) 10x10 CAPS TORRENT PHARMA
Embalagem com 10 cartelas contendo 10 cápsulas cada (100 cápsulas) Princípio ativo CategoriasA lumateperona é um antipsicótico atípico de nova geração que atua modulando múltiplos sistemas neurotransmissores, incluindo serotonina, dopamina e glutamato. Seu mecanismo de ação combina antagonismo dos receptores serotoninérgicos 5-HT2A, modulação dopaminérgica e efeitos sobre a neurotransmissão glutamatérgica, con…
Solicitar CotaçãoO que é Lumavibe?
Lumavibe é a apresentação comercial do medicamento lumateperona, fabricada pela Torrent Pharma. O princípio ativo lumateperona pertence à classe dos antipsicóticos atípicos de segunda geração e é internacionalmente conhecido pela marca de referência Caplyta, desenvolvida pela Intra-Cellular Therapies. Trata-se de uma terapia utilizada no contexto de transtornos psiquiátricos que afetam o pensamento, o humor e o comportamento, sempre sob prescrição e acompanhamento médico especializado.
Para que serve?
De acordo com o MedlinePlus, a lumateperona é indicada para o tratamento de três condições psiquiátricas em pacientes adultos.
- Esquizofrenia, transtorno mental que afeta a forma como a pessoa pensa, sente e se comporta.
- Transtorno bipolar tipo I, condição que causa episódios de depressão, mania e outras alterações de humor.
- Transtorno depressivo maior, quando utilizado como terapia adjuvante em associação com antidepressivos.
Segundo o PubMed, a lumateperona recebeu sua primeira aprovação regulatória em dezembro de 2019, nos Estados Unidos, para o tratamento da esquizofrenia em adultos, sendo posteriormente estudada e aprovada para outras indicações psiquiátricas.
Como funciona?
Conforme descrito pelo NCBI, o mecanismo de ação da lumateperona é considerado singular entre os antipsicóticos, pois modula simultaneamente três sistemas de neurotransmissão: serotoninérgico, dopaminérgico e glutamatérgico.
O fármaco atua como potente antagonista dos receptores serotoninérgicos 5-HT2A, apresentando afinidade aproximadamente 60 vezes maior por esses receptores do que pelos receptores dopaminérgicos D2. Na via dopaminérgica, a lumateperona apresenta atividade agonista parcial pré-sináptica nos receptores D2, contribuindo para um perfil de ação diferenciado em relação a antipsicóticos de gerações anteriores. Adicionalmente, o medicamento atua sobre receptores glutamatérgicos do tipo NMDA e AMPA no córtex pré-frontal, região associada à regulação do humor e da cognição.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
Segundo a revisão publicada no PubMed, os estudos que sustentaram a aprovação da lumateperona demonstraram eficácia na redução dos sintomas da esquizofrenia em adultos.
De acordo com o NCBI, a literatura científica descreve os seguintes achados observados em ensaios clínicos:
- Redução estatisticamente significativa dos sintomas de esquizofrenia aguda em comparação ao placebo.
- Perfil de efeitos adversos metabólicos considerado favorável em comparação a alguns antipsicóticos de uso estabelecido.
- Resultados favoráveis em estudos clínicos voltados ao tratamento de episódios depressivos associados ao transtorno bipolar.
Esses achados refletem resultados observados em ambiente de pesquisa clínica controlada. Os resultados individuais podem variar e devem ser sempre avaliados junto ao médico responsável pelo acompanhamento do paciente.
Perguntas frequentes
Para que serve o lumateperona?
É utilizado no tratamento da esquizofrenia, do transtorno bipolar tipo I e, como terapia adjuvante com antidepressivos, do transtorno depressivo maior, sempre em pacientes adultos.
Como funciona o lumateperona no organismo?
Atua modulando simultaneamente os sistemas serotoninérgico, dopaminérgico e glutamatérgico no cérebro, contribuindo para o equilíbrio da neurotransmissão associada aos sintomas psiquiátricos.
Quem pode utilizar este medicamento?
O uso é indicado para pacientes adultos com diagnóstico confirmado de esquizofrenia, transtorno bipolar tipo I ou transtorno depressivo maior, sempre mediante prescrição de médico psiquiatra. Não é indicado para uso em crianças, uma vez que sua segurança e eficácia nessa população não foram estabelecidas, segundo o MedlinePlus.
Existem contraindicações?
Segundo o MedlinePlus, o medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade à lumateperona ou a qualquer componente da fórmula. O NCBI destaca que a lumateperona é metabolizada pela enzima CYP3A4, podendo apresentar interações relevantes com medicamentos que inibem ou induzem essa enzima. O uso concomitante com álcool e com a erva de São João deve ser evitado, e o consumo de suco ou fruta de toranja também não é recomendado durante o tratamento.
Como é administrado?
De acordo com o NCBI e o MedlinePlus, a dose aprovada é de 42 mg em cápsula, administrada por via oral, uma vez ao dia, preferencialmente com alimentos, sempre no mesmo horário.
Necessita acompanhamento médico?
Sim. O tratamento com lumateperona requer acompanhamento contínuo por médico psiquiatra, incluindo avaliações periódicas de sinais vitais, glicemia, perfil metabólico e monitoramento de possíveis efeitos adversos neurológicos e cardiovasculares.
É aprovado por órgãos regulatórios?
Sim. A lumateperona foi aprovada pela FDA (Food and Drug Administration, Estados Unidos), inicialmente em dezembro de 2019 para o tratamento da esquizofrenia em adultos, com indicações adicionais aprovadas posteriormente para o transtorno bipolar tipo I e para o transtorno depressivo maior como terapia adjuvante.
Possui alternativas terapêuticas?
Existem outras classes de antipsicóticos atípicos utilizados no tratamento de esquizofrenia e transtornos do humor, com mecanismos de ação distintos. A escolha do tratamento mais adequado deve ser feita exclusivamente pelo médico responsável, considerando o quadro clínico, o histórico de resposta a tratamentos anteriores e o perfil de tolerabilidade de cada paciente.
Como deve ser armazenado?
Conforme orientação do MedlinePlus, o medicamento deve ser mantido na embalagem original, bem fechada, em temperatura ambiente, longe de calor excessivo e umidade. Deve permanecer fora do alcance de crianças e ser descartado adequadamente, preferencialmente por meio de programas de devolução de medicamentos.
Qual o preço do medicamento Lumavibe?
O valor do Lumavibe pode variar conforme diversos fatores, incluindo dosagem, quantidade adquirida, fabricante, país de origem, disponibilidade no mercado, tributação aplicável, modalidade de aquisição e custos logísticos envolvidos na distribuição ou importação. Aspectos regulatórios específicos de cada país também podem influenciar o valor final. Por isso, não é possível informar um preço fixo ou estimado neste conteúdo.
É possível comprar Lumavibe no Brasil?
A disponibilidade do Lumavibe no Brasil está sujeita a fatores como registro sanitário do produto, exigência de prescrição médica, regulamentação vigente para medicamentos psicotrópicos, modalidade de importação quando aplicável, e disponibilidade junto a fornecedores autorizados. A aquisição e o uso deste medicamento devem sempre ocorrer sob orientação e acompanhamento de médico psiquiatra, respeitando a legislação sanitária aplicável.
Informações importantes de segurança
O uso da lumateperona deve ocorrer exclusivamente sob orientação e acompanhamento de médico psiquiatra. O tratamento pode ajudar a controlar sintomas, mas não cura o transtorno psiquiátrico associado.
Segundo o MedlinePlus, existem alertas importantes de segurança que devem ser observados.
- Pacientes idosos com psicose relacionada à demência apresentam maior risco de morte e de eventos cerebrovasculares quando tratados com antipsicóticos, incluindo a lumateperona.
- Crianças, adolescentes e adultos jovens em tratamento de quadros depressivos podem apresentar maior risco de pensamentos ou comportamentos suicidas, especialmente no início do tratamento ou após alterações de dose.
- O medicamento pode causar sonolência, tontura e queda de pressão arterial ao levantar, sendo recomendado evitar dirigir ou operar máquinas até que os efeitos individuais sejam conhecidos.
- Pode ocorrer aumento da glicemia, mesmo em pacientes sem diagnóstico prévio de diabetes.
- Deve-se informar o médico em caso de doenças cardíacas, convulsões, dificuldade para engolir, diabetes, alterações do hemograma ou doença hepática preexistente.
- O uso durante a gravidez ou amamentação deve ser discutido previamente com o médico responsável.
Não interrompa o tratamento sem orientação médica, mesmo em caso de melhora dos sintomas. Em caso de reação adversa grave, procure atendimento médico imediatamente.
Fontes consultadas
- MedlinePlus. Lumateperone: MedlinePlus Drug Information. Disponível em: https://medlineplus.gov/druginfo/meds/a620014.html
- National Center for Biotechnology Information (NCBI). StatPearls: Lumateperone. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK560844/
- Blair HA. Lumateperone: First Approval. Drugs, 2020. PubMed. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32060882/
- U.S. Food and Drug Administration (FDA). CAPLYTA (lumateperone) Prescribing Information. Disponível em: https://www.accessdata.fda.gov/drugsatfda_docs/label/2022/209500s009lbl.pdf
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — TORRENT PHARMA INC.
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
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- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
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Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
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