OSPOLOT 200MG 50TABS (PACK COM 200TABS) DESITIN
200 COMPRIMIDOS Princípio ativo CategoriasO que é o OSPOLOT? O OSPOLOT é um medicamento anticonvulsivante cujo princípio ativo é a sultiame (também grafada como sulthiame), um inibidor da anidrase carbônica amplamente utilizado no tratamento de epilepsia na Europa e em Israel. É comercializado pelo laboratório DESITIN Arzneimittel GmbH, com longa tradição clín…
Solicitar CotaçãoOSPOLOT 200MG 50TABS
Ospolot 200mg é um medicamento cujo princípio ativo é o sulthiame, também conhecido como sultiame. Trata-se de um fármaco da classe das sulfonamidas, com atividade inibidora da enzima anidrase carbônica, classificado como medicamento antiepiléptico.
Esse fármaco é amplamente utilizado em alguns países da Europa e em Israel no tratamento da epilepsia, condição neurológica caracterizada por crises convulsivas recorrentes. Seu uso ocorre tanto em monoterapia quanto como terapia adjuvante, associada a outros medicamentos antiepilépticos, conforme avaliação clínica individualizada.
A epilepsia é uma condição neurológica comum, e a escolha do tratamento antiepiléptico depende do tipo de crise, da idade do paciente e de características individuais, sempre sob orientação de um neurologista ou especialista em epilepsia.
Para que serve?
O sulthiame é utilizado no tratamento de determinados tipos de epilepsia, incluindo a epilepsia benigna da infância com pontas centrotemporais, também conhecida como epilepsia rolândica, além de outras formas de epilepsia focal da infância.
Também há relatos na literatura científica de utilização como terapia adjuvante em pessoas com epilepsia de difícil controle, incluindo alguns casos de síndrome de Lennox-Gastaut e como parte do tratamento de espasmos infantis (síndrome de West), associado à piridoxina.
A indicação e o esquema terapêutico devem ser sempre definidos por um médico neurologista, considerando o tipo específico de epilepsia e o histórico clínico do paciente.
Como funciona?
O sulthiame atua como inibidor da anidrase carbônica, uma enzima envolvida na regulação do equilíbrio ácido-base no interior das células. Ao inibir essa enzima, o medicamento promove uma discreta acidose intracelular em neurônios do sistema nervoso central.
Esse efeito reduz a frequência de potenciais de ação e descargas epileptiformes, contribuindo para o controle das crises convulsivas. O mecanismo de ação do sulthiame é distinto do de outros antiepilépticos mais comumente utilizados, o que pode explicar sua utilidade em determinados perfis de pacientes.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
Revisões sistemáticas Cochrane e estudos publicados em periódicos científicos avaliaram o uso do sulthiame na epilepsia. Entre os achados relatados na literatura, destacam-se:
- Redução de descargas eletroencefalográficas e de crises em crianças com epilepsia benigna com pontas centrotemporais, quando utilizado como monoterapia.
- Relatos de redução da frequência de crises em pessoas com epilepsia de difícil controle, quando utilizado como terapia adjuvante, em estudos observacionais de longo prazo.
- Boa tolerabilidade geral relatada em estudos retrospectivos, com efeitos adversos predominantemente leves e responsivos a ajuste de dose.
É importante destacar que a evidência científica disponível sobre o uso do sulthiame como terapia adjuvante ainda é limitada, com estudos de pequeno porte em algumas indicações. Os resultados podem variar entre pacientes, e a resposta ao tratamento depende de fatores individuais e do tipo de epilepsia.
Perguntas frequentes
Para que serve o sulthiame?
Serve para o tratamento de determinados tipos de epilepsia, especialmente formas focais da infância, podendo ser utilizado isoladamente ou em associação com outros antiepilépticos.
Como funciona esse tratamento?
Atua inibindo a anidrase carbônica, o que reduz a excitabilidade neuronal e a frequência de descargas epileptiformes associadas às crises convulsivas.
Quem pode utilizar o sulthiame?
O uso é avaliado individualmente por um médico neurologista, considerando o tipo de epilepsia, a idade do paciente e outras condições clínicas associadas.
Existem contraindicações?
Sim. Como todo medicamento antiepiléptico, o sulthiame pode apresentar contraindicações relacionadas a condições respiratórias, renais, hepáticas ou a hipersensibilidade a sulfonamidas. A avaliação médica individualizada é indispensável antes do início do tratamento.
Como é administrado?
É administrado por via oral, geralmente em comprimidos, de duas a três vezes ao dia. A dose e a forma de administração devem seguir rigorosamente a prescrição médica e as informações da bula do fabricante.
Esse tratamento necessita de acompanhamento médico?
Sim. O acompanhamento neurológico regular é essencial para monitorar a resposta ao tratamento, ajustar doses quando necessário e identificar possíveis efeitos adversos, incluindo alterações cognitivas ou metabólicas.
O sulthiame é aprovado por órgãos regulatórios?
O sulthiame é utilizado como antiepiléptico em alguns países da Europa e em Israel há várias décadas. Seu status de registro sanitário varia conforme o país, e a disponibilidade deve ser sempre verificada junto às autoridades regulatórias locais.
Existem alternativas terapêuticas?
Sim. Existem diversos medicamentos antiepilépticos com diferentes mecanismos de ação, como levetiracetam, valproato e outros, cuja escolha depende do tipo de epilepsia e das características de cada paciente, sempre definida por um especialista.
Como deve ser armazenado?
O armazenamento deve seguir as instruções da bula do fabricante, geralmente relacionadas à temperatura ambiente, proteção contra umidade e luz, e manutenção fora do alcance de crianças.
Qual o preço do OSPOLOT 200MG?
O valor desse medicamento pode variar conforme diversos fatores, incluindo dosagem, quantidade adquirida, fabricante, país de origem, disponibilidade no momento da compra, tributação aplicável, modalidade de aquisição e custos logísticos envolvidos na importação. Por isso, não é possível apresentar um valor fixo ou estimado, já que o custo final depende de fatores regulatórios e comerciais específicos de cada situação.
É possível comprar Ospolot (Sulthiame) no Brasil?
A disponibilidade desse medicamento no Brasil está relacionada ao registro sanitário do produto, à existência de prescrição médica, à regulamentação vigente para importação de medicamentos e à disponibilidade junto a fornecedores autorizados. A aquisição de qualquer medicamento deve sempre ser realizada com orientação médica e em conformidade com a legislação sanitária aplicável.
Informações importantes de segurança
O uso do sulthiame deve ocorrer exclusivamente sob orientação médica especializada. Efeitos adversos relatados na literatura incluem sonolência, alterações cognitivas (como dificuldades de leitura, memória e atenção), acidose respiratória e metabólica, além de cristalúria.
Estudos também identificaram sinais de possível impacto na função mitocondrial em contextos específicos, reforçando a importância da avaliação médica individualizada antes do início do tratamento, especialmente em pacientes com histórico de doenças mitocondriais ou oftalmológicas hereditárias.
O acompanhamento médico contínuo é fundamental para monitorar a resposta terapêutica, ajustar a dose quando necessário e identificar precocemente eventuais efeitos indesejados. Pacientes não devem iniciar, interromper ou modificar o tratamento sem orientação profissional.
Fontes consultadas
- PubMed / NCBI (National Center for Biotechnology Information)
- PubMed Central (PMC) / Cochrane Database of Systematic Reviews
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — DESITIN ARZNEIMITTEL
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
Quero acompanhar meu pedido. Como faço?
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Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.
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