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ULTOMIRIS 1,100MG (RAVULIZUMABE) 11ML INJ ALEXION

1 FRASCO DE 11ML X 1,100MG Princípio ativo Categoria

ULTOMIRIS 1,100MG (RAVULIZUMABE) 11ML INJ ALEXION O que é ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL? ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL é um medicamento biológico injetável fabricado pela Alexion Pharmaceuticals, empresa do grupo AstraZeneca. Ele pertence à classe dos anticorpos monoclonais inibidores do complemento, um grupo de medicamentos uti…

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ULTOMIRIS 1,100MG (RAVULIZUMABE) 11ML INJ ALEXION

O que é ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL?

ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL é um medicamento biológico injetável fabricado pela Alexion Pharmaceuticals, empresa do grupo AstraZeneca. Ele pertence à classe dos anticorpos monoclonais inibidores do complemento, um grupo de medicamentos utilizados em doenças raras nas quais uma parte do sistema imunológico, chamada sistema complemento, atua de forma descontrolada.

Esta apresentação corresponde a um frasco-ampola de uso único contendo 1.100 mg do princípio ativo em 11 mL de solução concentrada, o que equivale a uma concentração de 100 mg/mL. Conforme as informações regulatórias, a solução deve ser diluída antes da administração e aplicada por infusão intravenosa, em ambiente com estrutura adequada e sob supervisão de profissionais de saúde.

ULTOMIRIS é um medicamento de uso restrito, utilizado em condições clínicas específicas e de baixa prevalência. Por isso, a indicação, a dose e o acompanhamento são definidos por médicos especialistas, geralmente hematologistas, nefrologistas ou neurologistas, de acordo com a doença em tratamento.

Princípio ativo e composição

O princípio ativo de ULTOMIRIS é o ravulizumabe (em inglês, ravulizumab). Trata-se de um anticorpo monoclonal humanizado da classe imunoglobulina G (IgG), produzido por tecnologia de DNA recombinante.

Mecanismo de ação descrito

De acordo com as agências regulatórias, o ravulizumabe se liga de forma específica à proteína C5 do sistema complemento. Essa ligação impede que a C5 seja dividida em C5a e C5b, etapas que levam à formação do chamado complexo de ataque à membrana (C5b-9). Esse complexo está relacionado à destruição de células, como os glóbulos vermelhos na hemoglobinúria paroxística noturna, e a danos em vasos sanguíneos, nervos e músculos em outras doenças mediadas pelo complemento.

O ravulizumabe foi desenvolvido a partir de modificações na estrutura do eculizumabe, outro inibidor de C5. Essas modificações prolongam a permanência do anticorpo na circulação, o que permite intervalos maiores entre as doses de manutenção, conforme descrito nas bulas internacionais.

Outros componentes

A formulação de 100 mg/mL descrita nas bulas internacionais contém, além do princípio ativo, excipientes como fosfato de sódio, sacarose, L-arginina, polissorbato 80 e água para injetáveis. A composição exata pode variar conforme o país de registro, por isso a lista completa deve ser conferida na bula que acompanha o produto.

Para que serve ULTOMIRIS?

Conforme as informações publicadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e pela agência norte-americana FDA, ULTOMIRIS está aprovado para as seguintes condições, com algumas diferenças de idade e de critérios entre os países:

  • Hemoglobinúria paroxística noturna (HPN): doença rara do sangue em que os glóbulos vermelhos são destruídos pelo sistema complemento (hemólise). A aprovação abrange adultos e pacientes pediátricos, observados os critérios de idade e peso de cada bula.

  • Síndrome hemolítico-urêmica atípica (SHUa): condição rara que causa microangiopatia trombótica mediada pelo complemento, com possibilidade de comprometimento dos rins e de outros órgãos. A aprovação também inclui adultos e crianças.

  • Miastenia gravis generalizada (MGg): doença neuromuscular autoimune, aprovada para adultos com anticorpos positivos contra o receptor de acetilcolina (AChR).

  • Distúrbio do espectro da neuromielite óptica (NMOSD): doença autoimune que afeta o nervo óptico e a medula espinhal, aprovada para adultos com anticorpos positivos contra a aquaporina-4 (AQP4).

Na Europa, a bula menciona que, na HPN e na SHUa, o uso pediátrico se aplica a pacientes com peso igual ou superior a 10 kg, e especifica critérios relacionados à atividade da doença ou à transição a partir do eculizumabe. Nos Estados Unidos, a bula descreve o uso em pacientes a partir de 1 mês de idade para HPN e SHUa.

ULTOMIRIS não é indicado para o tratamento da síndrome hemolítico-urêmica associada à toxina Shiga, ligada à bactéria Escherichia coli, conforme a bula norte-americana. A indicação para cada paciente deve ser confirmada por um médico com base em exames específicos e na versão da bula vigente no país.

Como ULTOMIRIS é utilizado?

ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL é administrado por via intravenosa, por meio de infusão lenta. A aplicação é feita por profissionais de saúde, em hospital, clínica de infusão ou serviço com estrutura adequada. Não se trata de um medicamento para autoaplicação nesta apresentação.

Preparo e administração

Segundo a bula norte-americana, o conteúdo do frasco deve ser diluído em solução de cloreto de sódio 0,9% até uma concentração final de 50 mg/mL e administrado por meio de um filtro de 0,2 ou 0,22 mícron. O tempo de infusão varia conforme o peso do paciente e a dose prevista. Todo o preparo segue técnica asséptica e protocolos institucionais.

Esquema de doses

De forma geral, as bulas descrevem uma dose de ataque seguida de doses de manutenção, iniciadas duas semanas depois. A dose é calculada com base no peso corporal, e o intervalo de manutenção é, em geral, de 4 ou 8 semanas, dependendo da faixa de peso. Pequenas variações no dia da aplicação são previstas em bula, com exceção da primeira dose de manutenção.

Essas informações são gerais e não substituem a posologia oficial. A dose, a frequência e a duração do tratamento são definidas pelo médico, considerando a doença, o peso, a idade, a resposta clínica e eventuais tratamentos anteriores, como o uso de eculizumabe.

Diferença entre as apresentações

Há apresentações de ULTOMIRIS com a mesma concentração de 100 mg/mL, mas com volumes diferentes, como 300 mg/3 mL e 1.100 mg/11 mL. A escolha e a combinação dos frascos dependem da dose calculada para cada paciente. Em alguns mercados também existe uma versão para administração subcutânea, com indicações e regras de uso próprias. Versões mais antigas, com concentração de 10 mg/mL, foram comercializadas em alguns países e não devem ser confundidas com a apresentação de 100 mg/mL.

Contraindicações

De acordo com as fontes regulatórias, ULTOMIRIS é contraindicado nas seguintes situações:

  • Pessoas com infecção por Neisseria meningitidis (meningococo) ativa e não resolvida.

  • Pessoas que não foram vacinadas contra o meningococo, a menos que recebam antibiótico preventivo adequado até duas semanas após a vacinação, conforme descrito na bula europeia.

  • Pessoas com hipersensibilidade ao ravulizumabe, a proteínas murinas ou a qualquer componente da fórmula, conforme a bula europeia.

Pessoas com histórico de alergias, infecções recorrentes, imunodeficiências ou outras condições clínicas devem informar o médico antes do início do tratamento.

Advertências e precauções

Risco de infecções meningocócicas graves

A principal advertência de ULTOMIRIS, destacada em caixa de alerta na bula norte-americana, é o risco aumentado de infecções meningocócicas graves, que podem evoluir rapidamente e ser fatais. Por esse motivo, as bulas orientam:

  • Vacinação contra o meningococo, incluindo os sorogrupos A, C, W, Y e B, pelo menos duas semanas antes da primeira dose, conforme as recomendações vigentes.

  • Uso de antibiótico preventivo quando o tratamento precisa ser iniciado antes desse prazo.

  • Atenção a sinais como febre, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas, vômitos, sensibilidade à luz, manchas na pele, confusão mental e dores no corpo, que exigem atendimento médico imediato.

  • Porte de um cartão de alerta ao paciente, que informa o uso do medicamento a qualquer profissional de saúde.

Mesmo com a vacinação, o risco de infecção meningocócica não é eliminado. Nos Estados Unidos, o acesso ao medicamento ocorre por meio de um programa de controle de risco (REMS), em razão desse alerta.

Outras infecções

A inibição do complemento pode aumentar a suscetibilidade a outras infecções, especialmente por bactérias encapsuladas, como Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae e Neisseria gonorrhoeae. A bula recomenda manter a vacinação em dia, conforme as diretrizes locais, e cautela em pessoas com infecções sistêmicas ativas.

Reações relacionadas à infusão

A administração pode causar reações durante ou logo após a infusão, como dor nas costas, dor abdominal, espasmos musculares, alterações da pressão arterial, calafrios, desconforto nos membros e alterações no paladar. Em caso de sinais de instabilidade ou de reação grave, a equipe de saúde interrompe a infusão e adota as medidas necessárias.

Interrupção do tratamento

A suspensão de ULTOMIRIS deve ser feita apenas com orientação médica. As bulas descrevem a necessidade de monitoramento após a interrupção: na HPN, por pelo menos 16 semanas, para detectar sinais de hemólise; na SHUa, por pelo menos 12 meses, para identificar sinais de microangiopatia trombótica. Na miastenia gravis e na NMOSD, a interrupção também requer acompanhamento clínico.

Imunogenicidade

Como ocorre com outras proteínas terapêuticas, existe a possibilidade de formação de anticorpos contra o medicamento. Nos estudos descritos em bula, essa ocorrência foi pouco frequente.

Possíveis reações adversas

Como todo medicamento, ULTOMIRIS pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas as apresentem. A frequência varia conforme a doença em tratamento e as características do paciente.

Reações mais frequentemente relatadas

Segundo a EMA, as reações relatadas em mais de 1 em cada 10 pacientes incluem:

  • Diarreia.

  • Nasofaringite (inflamação do nariz e da garganta).

  • Infecções das vias aéreas superiores.

  • Dor de cabeça.

A bula norte-americana também cita, conforme a indicação, hipertensão arterial e febre (principalmente em estudos com SHUa), além de dor nas costas, dor nas articulações, infecção urinária e COVID-19 (em estudos com NMOSD).

Outras reações descritas

Outras reações relatadas incluem náuseas, vômitos, dor abdominal, tontura, cansaço, dores musculares, coceira, erupções na pele e reações no local da infusão.

Sinais de alerta que exigem atendimento médico

  • Sintomas sugestivos de infecção meningocócica, como febre com dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, confusão, manchas na pele ou sensibilidade à luz.

  • Febre alta ou sinais de infecção grave em qualquer parte do corpo.

  • Reações alérgicas, como falta de ar, inchaço no rosto ou na garganta e queda de pressão.

  • Após a interrupção do tratamento, sinais como urina escura, cansaço intenso, falta de ar, dor abdominal, redução da urina ou alterações neurológicas.

Interações com medicamentos, alimentos e suplementos

Não foram realizados estudos formais de interação medicamentosa com o ravulizumabe. As bulas, no entanto, destacam algumas situações:

  • Plasmaférese, troca plasmática e imunoglobulina intravenosa: esses procedimentos podem reduzir os níveis do medicamento no sangue. A bula prevê doses suplementares nessas situações, definidas pelo médico.

  • Bloqueadores do receptor Fc neonatal (FcRn): medicamentos dessa classe, usados em algumas doenças autoimunes, podem diminuir a exposição ao ravulizumabe e reduzir sua ação. O uso combinado requer monitoramento.

Não há interações descritas com alimentos ou bebidas, já que o medicamento é aplicado por via intravenosa. Ainda assim, é importante informar à equipe médica todos os medicamentos, vacinas, vitaminas, suplementos e fitoterápicos em uso.

Uso em grupos específicos

Gestantes

Os dados sobre o uso de ravulizumabe na gravidez são limitados. Anticorpos da classe IgG atravessam a placenta, especialmente no terceiro trimestre. A bula europeia orienta que mulheres em idade fértil utilizem método contraceptivo eficaz durante o tratamento e por até 8 meses após a última dose. O uso na gestação depende de avaliação médica sobre riscos e benefícios.

Amamentação

Não se sabe se o ravulizumabe passa para o leite humano. A bula europeia orienta interromper a amamentação durante o tratamento e por até 8 meses após a última dose. A decisão deve ser discutida com o médico.

Crianças e adolescentes

Na HPN e na SHUa, o uso pediátrico é aprovado conforme os critérios de idade e peso de cada país. Na miastenia gravis generalizada e na NMOSD, a aprovação atual abrange apenas adultos. Em crianças, a dose e o intervalo são calculados de acordo com o peso.

Idosos

As bulas não indicam necessidade de ajuste de dose específico para pessoas com 65 anos ou mais, embora o número de idosos incluídos em alguns estudos tenha sido limitado.

Pessoas com alterações renais ou hepáticas

Segundo a bula europeia, não há necessidade de ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal. A segurança e a eficácia em pessoas com insuficiência hepática não foram estudadas especificamente. Nesses casos, o acompanhamento é feito pelo médico.

Armazenamento e conservação

Conforme a bula e as informações do produto, ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL deve ser conservado:

  • Sob refrigeração, entre 2 °C e 8 °C.

  • Na embalagem original, para proteção contra a luz.

  • Sem congelar e sem agitar.

A solução diluída tem prazos de estabilidade definidos em bula: segundo a bula norte-americana, pode ser mantida sob refrigeração por até 24 horas e, após retirada da geladeira, deve ser usada em até 4 horas em temperatura ambiente. O transporte deve respeitar a cadeia de frio. O prazo de validade está impresso na embalagem e não deve ser ultrapassado. O descarte de sobras segue as normas para resíduos de serviços de saúde.

Perguntas frequentes sobre ULTOMIRIS

O que é ULTOMIRIS?

ULTOMIRIS é o nome comercial de um anticorpo monoclonal inibidor da proteína C5 do complemento, utilizado em doenças raras como HPN, SHUa, miastenia gravis generalizada e NMOSD.

Qual é a diferença entre ULTOMIRIS e ravulizumabe?

ULTOMIRIS é a marca comercial registrada pela Alexion. Ravulizumabe é o nome da substância ativa contida no medicamento.

Qual é a diferença entre ULTOMIRIS e Soliris?

Ambos são inibidores de C5 do mesmo fabricante. Soliris contém eculizumabe, enquanto ULTOMIRIS contém ravulizumabe, que tem maior duração na circulação e permite intervalos maiores entre as doses de manutenção. A escolha entre eles cabe ao médico.

ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL precisa de receita?

Sim. Trata-se de um medicamento de venda sob prescrição médica, de uso hospitalar ou em centros de infusão, com administração feita por profissionais de saúde.

Com que frequência ULTOMIRIS é aplicado?

Após a dose de ataque, as doses de manutenção são geralmente aplicadas a cada 4 ou 8 semanas, conforme o peso do paciente. O esquema individual é definido pelo médico.

O que fazer em caso de esquecimento de uma dose?

Como a aplicação é feita em serviço de saúde, o paciente que perder uma infusão agendada deve entrar em contato com o médico ou com o centro de infusão o quanto antes para reorganizar o calendário. Atrasos podem favorecer o retorno dos sintomas da doença.

O que acontece em caso de dose maior que a recomendada?

As bulas não descrevem casos de superdosagem com consequências específicas. Em caso de suspeita, o paciente deve ser acompanhado pela equipe de saúde e receber tratamento de suporte.

É necessário tomar vacinas antes de usar ULTOMIRIS?

Sim. As bulas exigem vacinação contra o meningococo antes do início do tratamento, idealmente com pelo menos duas semanas de antecedência, e recomendam manter outras vacinas em dia conforme as diretrizes locais.

ULTOMIRIS pode ser usado na gravidez ou na amamentação?

Os dados são limitados. A bula europeia recomenda contracepção e interrupção da amamentação durante o tratamento e por até 8 meses após a última dose. A decisão deve ser tomada com o médico.

Crianças podem usar ULTOMIRIS?

Na HPN e na SHUa, sim, conforme os critérios de idade e peso da bula de cada país. Nas indicações neurológicas, a aprovação atual é apenas para adultos.

Como ULTOMIRIS deve ser armazenado?

Em geladeira, entre 2 °C e 8 °C, na embalagem original, protegido da luz e sem congelar.

Qual é o preço do produto ULTOMIRIS 1,100MG (RAVULIZUMABE) 11ML INJ ALEXION?

O preço pode variar conforme o país, a apresentação, a concentração, o tamanho da embalagem, o estabelecimento e as condições comerciais. Para consultar o valor vigente, verifique farmácias, distribuidores ou canais oficiais autorizados.

Quando procurar um médico ou farmacêutico?

Sempre que houver febre, sinais de infecção, reações durante a infusão, retorno de sintomas da doença ou dúvidas sobre dose, vacinação, interações e interrupção do tratamento.

Considerações finais

ULTOMIRIS 1.100 mg/11 mL é um anticorpo monoclonal de uso intravenoso, com concentração de 100 mg/mL, que atua inibindo a proteína C5 do sistema complemento. As fontes regulatórias descrevem seu uso na hemoglobinúria paroxística noturna, na síndrome hemolítico-urêmica atípica, na miastenia gravis generalizada e no distúrbio do espectro da neuromielite óptica, com critérios específicos para cada condição.

O principal cuidado associado ao medicamento é o risco de infecções meningocócicas graves, o que exige vacinação prévia, atenção a sinais de alerta e acompanhamento médico contínuo. As informações apresentadas são gerais e não substituem a bula oficial. Dúvidas sobre indicação, dose, contraindicações, interações ou reações adversas devem ser esclarecidas com um médico, farmacêutico ou outro profissional habilitado.

Fontes consultadas

  1. European Medicines Agency (EMA) — Ultomiris: EPAR
  2. U.S. National Library of Medicine (NIH) — DailyMed: ULTOMIRIS (ravulizumab) Label

As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.

Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .

Fontes consultadas

Dúvidas Frequentes

Quais são os documentos necessários para a importação?
  • Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
    • Nome completo e endereço do paciente
    • Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
    • Quantidade prescrita
    • Posologia
    • Data de emissão (validade de até 180 dias)
    • Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
  • Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
  • Cópia simples do CPF do paciente.
  • Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
  • Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
  • Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
O processo de importação direta para o paciente leva, em média, 15 a 25 dias úteis, contados a partir do recebimento completo da documentação.

Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Medicamentos destinados a pessoa física são isentos de imposto de importação e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para valores de até US$ 10.000.

Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
Oferecemos as seguintes opções:
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O pedido pode ser cancelado somente até o momento em que for despachado pelo fornecedor no país de origem. Após o envio, não é mais possível realizar o cancelamento.

Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.

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