LEUCOVORIN 15 MG (LEUCOVORINA) 24 TABS LEADING PHARMA
CONTÉM 24 TABS COM 15 MG DE LEUCOVORIN Princípio ativo CategoriaOs comprimidos de Leucovorin Cálcico são indicados para reduzir a toxicidade e neutralizar os efeitos da eliminação prejudicada do metotrexato e de superdosagens acidentais de antagonistas do ácido fólico.
Solicitar CotaçãoLEUCOVORIN 15 MG (LEUCOVORINA)
Leucovorin é um medicamento oral que contém leucovorina cálcica, também conhecida como folinato de cálcio, produzido pelo laboratório Leading Pharma. Trata-se de um derivado reduzido do ácido fólico, utilizado como adjuvante em protocolos de quimioterapia e no tratamento de determinadas condições relacionadas à deficiência de folato. A leucovorina também está disponível em outras apresentações, como comprimidos de dosagens diferentes e solução injetável, conforme a necessidade do protocolo terapêutico.
Para que serve?
Conforme informações da FDA e da EMA, a leucovorina é indicada principalmente para as seguintes finalidades.
- Resgate após quimioterapia com metotrexato em altas doses, especialmente em protocolos de osteossarcoma, reduzindo a toxicidade do medicamento
- Neutralização dos efeitos de superdosagem acidental de antagonistas do ácido fólico ou de eliminação prejudicada do metotrexato
- Uso em associação com o 5-fluorouracil (5-FU) no tratamento paliativo do câncer colorretal avançado, potencializando seu efeito antineoplásico
- Tratamento da anemia megaloblástica causada por deficiência de folato, quando o uso de ácido fólico oral não é considerado adequado
Como funciona?
A leucovorina é uma forma reduzida do ácido fólico que não depende da enzima di-hidrofolato redutase, bloqueada pelo metotrexato, para ser convertida em sua forma ativa. Isso permite que as células saudáveis recuperem seu metabolismo normal de folato e voltem a sintetizar purinas e timidilato mesmo na presença do metotrexato, funcionando como um "resgate" celular. Quando associada ao 5-fluorouracil, a leucovorina aumenta a ligação do metabólito ativo do 5-FU à enzima timidilato sintetase, potencializando o efeito citotóxico sobre as células tumorais.
Quais são os benefícios observados em estudos científicos?
Estudos publicados e avaliados por FDA, EMA e artigos indexados no PubMed relatam redução da toxicidade hematológica e gastrointestinal associada ao metotrexato quando a leucovorina é administrada no momento apropriado, além de aumento da resposta terapêutica em esquemas combinados com 5-fluorouracil no tratamento do câncer colorretal. Os resultados variam conforme o protocolo utilizado e as características individuais do paciente.
Como é administrado?
O Leucovorin é administrado por via oral, em comprimidos, conforme posologia e protocolo estabelecidos pelo médico responsável. Nos protocolos de resgate após metotrexato em altas doses, o início da administração da leucovorina costuma ser crítico: quanto mais precoce, geralmente dentro das primeiras 24 horas após a infusão do metotrexato, maior a eficácia na redução da toxicidade. A duração e o número de doses dependem dos níveis de metotrexato monitorados pelo médico. Em situações que exigem absorção mais rápida ou quando a via oral não é viável, pode ser utilizada a apresentação injetável de leucovorina.
Perfil de segurança e efeitos adversos
A leucovorina isolada é geralmente bem tolerada. A maior parte dos efeitos adversos relatados está associada ao esquema quimioterápico ao qual ela é associada, como o 5-fluorouracil.
- Efeitos mais comuns quando associada a esquemas quimioterápicos: náuseas, vômitos, diarreia e estomatite
- Reações alérgicas, incluindo reações anafilactoides, são raras e mais associadas à apresentação injetável
- Contraindicada em casos de anemia perniciosa ou outras anemias megaloblásticas por deficiência de vitamina B12: a leucovorina pode corrigir temporariamente as alterações no sangue causadas por essa deficiência, mascarando o diagnóstico enquanto o dano neurológico associado à falta de B12 continua progredindo
- Pode reduzir o efeito de anticonvulsivantes como fenobarbital, fenitoína, primidona e succinimidas, aumentando o risco de convulsões em pacientes que utilizam esses medicamentos
- Pode interferir na ação de esquemas com sulfametoxazol-trimetoprima, devendo essa combinação ser avaliada cuidadosamente pelo médico
- Requer monitoramento clínico e laboratorial durante todo o tratamento
Perguntas frequentes
Para que serve o Leucovorin?
É utilizado como resgate após quimioterapia com metotrexato, como potencializador do 5-fluorouracil no câncer colorretal e no tratamento da anemia megaloblástica por deficiência de folato.
Como funciona o Leucovorin?
Atua fornecendo uma forma ativa de folato que auxilia na recuperação celular após o uso de antagonistas do ácido fólico e potencializa a ação de certos quimioterápicos.
Quem pode utilizar?
Pacientes em tratamento oncológico com metotrexato ou 5-fluorouracil, bem como pacientes com anemia megaloblástica por deficiência de folato, sempre sob prescrição médica.
Existem contraindicações?
Sim. É contraindicado em casos de anemia perniciosa ou outras anemias megaloblásticas causadas por deficiência de vitamina B12, e em casos de hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo.
Como é administrado o Leucovorin?
É administrado por via oral, em comprimidos, conforme posologia e protocolo estabelecidos pelo médico responsável.
Por que o resgate com Leucovorin precisa começar rapidamente após o metotrexato?
Porque a eficácia da leucovorina em reduzir a toxicidade do metotrexato depende do tempo de início: quanto antes ela for administrada após a infusão de metotrexato em altas doses, maior a chance de proteger as células saudáveis antes que o dano se torne mais difícil de reverter.
Qual a diferença entre Leucovorin e ácido fólico comum?
O ácido fólico precisa ser convertido pela enzima di-hidrofolato redutase para se tornar ativo no organismo, mas essa enzima é justamente bloqueada pelo metotrexato. A leucovorina já é uma forma reduzida do folato, não depende dessa enzima para agir, e por isso consegue "resgatar" as células mesmo com o metotrexato ainda presente.
Existe diferença entre o comprimido e a versão injetável de Leucovorina?
Ambos contêm o mesmo princípio ativo. A escolha entre a forma oral e a injetável depende da urgência do resgate terapêutico, da capacidade de absorção do paciente e do protocolo definido pelo oncologista, que pode alternar ou combinar as apresentações conforme a necessidade clínica.
O Leucovorin interage com outros medicamentos?
Sim. Pode reduzir o efeito de anticonvulsivantes, aumentando o risco de crises convulsivas, e pode interferir em esquemas que utilizam sulfametoxazol-trimetoprima. É fundamental informar ao médico todos os medicamentos em uso antes de iniciar o tratamento.
Necessita acompanhamento médico?
Sim. O tratamento requer acompanhamento médico contínuo, com monitoramento laboratorial durante todo o processo terapêutico.
É aprovado por órgãos regulatórios?
A leucovorina é aprovada por agências regulatórias internacionais como FDA e EMA para as indicações oncológicas e hematológicas mencionadas.
Possui alternativas terapêuticas?
Existem outras formas de resgate após metotrexato, incluindo a levoleucovorina (isômero ativo da leucovorina), além de outros protocolos de potencialização quimioterápica que podem ser considerados pelo médico responsável.
Como deve ser armazenado?
Deve ser armazenado em temperatura ambiente, em local seco, protegido de luz e fora do alcance de crianças, conforme instruções da bula.
Qual o preço do medicamento Leucovorin?
O valor do Leucovorin pode variar conforme dosagem, quantidade de comprimidos, fabricante, país de origem, disponibilidade, tributação, modalidade de aquisição, custos logísticos e regulamentação aplicável. Não é possível informar preços fixos ou estimativas neste conteúdo.
É possível comprar Leucovorin no Brasil?
A aquisição depende de registro sanitário do produto, prescrição médica válida e observância da regulamentação vigente, podendo envolver processos de importação conforme normas aplicáveis. A compra não deve ocorrer sem orientação médica adequada.
Pode comprar Leucovorin sem receita?
Não. O Leucovorin é um medicamento de venda sob prescrição médica obrigatória. Farmácias e importadoras só podem fornecê-lo mediante apresentação de receita médica válida, conforme a legislação sanitária vigente. Vale destacar que ele não deve ser confundido com suplementos comuns de ácido fólico ou metilfolato vendidos livremente: esses suplementos costumam ter doses em microgramas (mcg) voltadas à nutrição, enquanto o Leucovorin é formulado em miligramas (mg) para uso terapêutico específico, sob prescrição e acompanhamento médico.
Tem Leucovorin no Brasil?
Sim. A leucovorina (folinato de cálcio) é um medicamento com uso estabelecido no Brasil, empregado principalmente como suporte em oncologia — no resgate após quimioterapia com metotrexato e na potencialização de esquemas com 5-fluorouracil — além do tratamento de anemias megaloblásticas por deficiência de folato. A aquisição de apresentações importadas, como a deste produto, depende de prescrição médica e observância da regulamentação sanitária vigente.
A leucovorina é indicada para o tratamento de autismo (TEA)?
Não. A leucovorina não possui aprovação da ANVISA, da FDA ou da EMA para o tratamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Há linhas de pesquisa científica ainda preliminares e não conclusivas explorando o uso do folinato de cálcio em subgrupos específicos de pacientes com TEA associado a alterações do metabolismo de folato, mas esses estudos não configuram uma indicação terapêutica estabelecida nem substituem as bulas aprovadas do medicamento. Eventual uso fora das indicações aprovadas (uso off-label) deve ser decidido exclusivamente por médico especialista, com base em avaliação clínica individual, jamais por conta própria.
Informações importantes de segurança
- Uso exclusivo sob prescrição e acompanhamento médico especializado
- Não deve ser administrado em casos de anemia perniciosa não diagnosticada, pois pode mascarar a progressão do dano neurológico causado pela deficiência de vitamina B12
- Pode causar reações alérgicas e distúrbios gastrointestinais, especialmente quando associado a outros quimioterápicos
- Interações medicamentosas devem ser avaliadas previamente, especialmente com anticonvulsivantes e com sulfametoxazol-trimetoprima
- Nos protocolos de resgate após metotrexato, o início precoce da administração é essencial para a eficácia do tratamento
- Requer monitoramento clínico e laboratorial durante todo o tratamento
Fontes consultadas
- FDA (Food and Drug Administration)
- EMA (European Medicines Agency)
- PubMed
- NCBI
- MedlinePlus Drug Information
- Bula do fabricante — Leading Pharma, LLC
As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.
Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .
- ANVISA — Agência Nacional de Vigilância Sanitária
- Bula do fabricante — LEADING PHARMA, LLC
- RDC nº 96/2008 (ANVISA) — normas de divulgação e comercialização de medicamentos
Dúvidas Frequentes
Quais são os documentos necessários para a importação?
- Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
- Nome completo e endereço do paciente
- Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
- Quantidade prescrita
- Posologia
- Data de emissão (validade de até 180 dias)
- Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
- Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
- Cópia simples do CPF do paciente.
- Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
- Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
- Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
- PIX
- Depósito em conta
- Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
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Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.
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