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LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS

Princípio ativo Categorias

Medicamento oral em comprimidos de 40 mg, com 30 unidades por embalagem, cujo princípio ativo é o vorasidenibe, inibidor das formas mutantes das enzimas IDH1 e IDH2.

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Descrição

LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS

O que é LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS?

LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS é um medicamento de uso oral apresentado em comprimidos revestidos de 40 mg, em embalagem com 30 unidades. O fabricante indicado é a Lucius Pharmaceuticals, e o produto consta em registro sanitário emitido pela autoridade reguladora do Laos, conforme documentação apresentada pelo fabricante.

O medicamento pertence à classe dos inibidores de isocitrato desidrogenase mutante, um grupo de terapias-alvo utilizadas em oncologia. Trata-se de produto de uso hospitalar ou ambulatorial especializado, cuja utilização é conduzida sob acompanhamento de equipe médica com experiência no manejo de tumores do sistema nervoso central.

As informações técnicas disponíveis em fontes regulatórias internacionais referem-se principalmente ao princípio ativo e à marca de referência registrada nos Estados Unidos e na União Europeia. O texto de bula, a apresentação e as condições de registro podem variar conforme o país e o detentor do registro.

Princípio ativo e composição

O princípio ativo do produto é o vorasidenibe, também grafado como vorasidenib na literatura internacional. Trata-se de uma molécula pequena, administrada por via oral, que atua como inibidor das formas mutantes das enzimas isocitrato desidrogenase 1 e isocitrato desidrogenase 2, conhecidas pelas siglas IDH1 e IDH2.

Cada comprimido contém 40 mg de vorasidenibe. A formulação inclui excipientes de uso farmacêutico e um revestimento de película, cuja composição detalhada deve ser conferida na bula que acompanha a embalagem, uma vez que pode variar entre fabricantes e apresentações.

A bula de referência descreve também a existência de comprimidos de 10 mg, utilizados em situações de ajuste de dose. A disponibilidade de cada concentração depende do país e do detentor do registro.

Qual é a função farmacológica descrita para o vorasidenibe?

As enzimas IDH1 e IDH2 participam do metabolismo celular normal. Quando ocorrem determinadas mutações nos genes que codificam essas enzimas, a função enzimática é alterada e passa a produzir um metabólito chamado 2-hidroxiglutarato, descrito na literatura como oncometabólito.

O acúmulo desse metabólito interfere em processos de regulação epigenética e de diferenciação celular, e está associado ao desenvolvimento de determinados tumores, entre eles gliomas de baixo grau com mutação de IDH.

Conforme descrito em fontes regulatórias, o vorasidenibe inibe as formas mutantes dessas enzimas, reduzindo a produção do 2-hidroxiglutarato. A molécula foi desenvolvida com características que permitem atravessar a barreira hematoencefálica, aspecto relevante no contexto de tumores cerebrais.

A descrição desse mecanismo é de natureza farmacológica e não representa promessa de resultado individual. A resposta pode variar entre as pessoas e depende de fatores como tipo e grau do tumor, perfil molecular, tratamentos prévios e condição clínica geral.

Para que serve LUCIVORA® 40 MG?

De acordo com informações de agências reguladoras internacionais referentes ao princípio ativo, o vorasidenibe está associado ao tratamento de pacientes adultos e pediátricos com 12 anos ou mais que apresentam astrocitoma ou oligodendroglioma de grau 2 com mutação suscetível de IDH1 ou IDH2, após procedimento cirúrgico, incluindo biópsia, ressecção subtotal ou ressecção total.

A confirmação da mutação é realizada por teste laboratorial específico, condição descrita nas fontes oficiais para a definição da indicação. A avaliação do perfil molecular do tumor é, portanto, parte do processo diagnóstico que antecede a decisão terapêutica.

Essas informações são gerais e não substituem a bula. A indicação deve ser confirmada por um médico, considerando o diagnóstico histológico, o perfil molecular, o estadiamento e a legislação sanitária do país onde o produto será utilizado.

Como LUCIVORA® 40 MG é utilizado?

A bula de referência informa que a via de administração é oral. O comprimido deve ser ingerido inteiro, com água, sem partir, triturar ou mastigar, e pode ser tomado com ou sem alimentos, preferencialmente no mesmo horário a cada dia.

O esquema descrito nas fontes oficiais corresponde a uma administração diária. Para adultos, a dose descrita é de 40 mg uma vez ao dia. Para pacientes com 12 anos ou mais, a bula descreve 40 mg uma vez ao dia para quem apresenta 40 kg ou mais, e 20 mg uma vez ao dia para quem apresenta menos de 40 kg.

A duração do tratamento descrita nas fontes oficiais é até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Reduções de dose, interrupções temporárias e descontinuação definitiva são previstas conforme a gravidade de eventos adversos, especialmente alterações hepáticas.

A dose, a frequência e a duração do uso dependem da apresentação, da idade, do peso, da condição clínica e da orientação profissional. Este conteúdo não substitui a posologia oficial e não indica dose individualizada.

O que fazer em caso de esquecimento de uma dose?

A bula de referência descreve que, se a dose for lembrada em menos de seis horas após o horário habitual, ela pode ser tomada. Se já tiverem transcorrido seis horas ou mais, a dose deve ser omitida e o tratamento retomado no horário previsto seguinte. Não se recomenda dobrar a dose para compensar a omissão. A conduta deve ser confirmada com a equipe responsável.

O que fazer em caso de vômito após a administração?

A bula de referência descreve que não deve ser administrada dose de reposição em caso de vômito, e que o tratamento segue no horário programado do dia seguinte.

O que fazer em caso de uso de quantidade maior que a recomendada?

As fontes consultadas não descrevem antídoto específico. Em caso de ingestão de quantidade superior à prescrita, recomenda-se contato imediato com o serviço de saúde ou com um centro de informação toxicológica, levando a embalagem do produto.

Contraindicações

A bula de referência não lista contraindicações formais. Ainda assim, a utilização não é apropriada em pessoas com hipersensibilidade conhecida ao princípio ativo ou a qualquer componente da formulação.

Pessoas com doenças hepáticas preexistentes, com alterações laboratoriais relevantes ou em uso de medicamentos que possam interferir no metabolismo do vorasidenibe devem obter avaliação profissional antes da utilização. A confirmação das contraindicações aplicáveis depende da versão da bula vigente no país de comercialização.

Advertências e precauções

  • Hepatotoxicidade. As fontes regulatórias descrevem elevação de transaminases hepáticas, com relatos de insuficiência hepática, necrose hepática e hepatite autoimune. Elevações de ALT e de AST foram observadas em parcela significativa dos participantes dos estudos clínicos.
  • Monitorização laboratorial. A bula descreve avaliação das enzimas hepáticas antes do início do tratamento, a cada duas semanas durante os dois primeiros meses, mensalmente durante os dois primeiros anos e, posteriormente, conforme indicação clínica.
  • Ajustes de dose. Interrupções, reduções de dose e descontinuação definitiva são previstas conforme a gravidade das alterações hepáticas, segundo tabela específica da bula.
  • Toxicidade embriofetal. As fontes oficiais descrevem potencial de dano fetal. A situação de gravidez deve ser verificada antes do início do tratamento.
  • Contracepção. A bula descreve uso de método contraceptivo eficaz durante o tratamento e por período definido após a última dose, tanto para mulheres com potencial reprodutivo quanto para homens com parceiras nessa condição. Como o medicamento pode reduzir a concentração de contraceptivos hormonais, métodos não hormonais adicionais são descritos.
  • Fertilidade. As fontes oficiais descrevem potencial de comprometimento da fertilidade, com base em estudos não clínicos.
  • Tabagismo. O tabagismo pode alterar a exposição ao medicamento, por indução enzimática, e deve ser informado à equipe assistente.

Possíveis reações adversas

Como qualquer medicamento, o vorasidenibe pode provocar efeitos indesejáveis. As informações abaixo reproduzem, de forma descritiva, o que consta em fontes regulatórias e não permitem prever a ocorrência em cada pessoa.

Reações mais frequentemente relatadas

  • Fadiga.
  • Cefaleia.
  • Dor musculoesquelética.
  • Diarreia.
  • Náusea.
  • Crises convulsivas.
  • Quadros infecciosos, incluindo infecção por COVID-19, relatados nos estudos clínicos.

Alterações laboratoriais relatadas

  • Elevação de ALT e de AST.
  • Elevação de gama-glutamil transferase.
  • Redução da contagem de neutrófilos.

Reações graves ou sinais de alerta que exigem atendimento médico

  • Coloração amarelada da pele ou dos olhos, urina escura, dor abdominal no quadrante superior direito, náusea persistente ou cansaço intenso, sinais que podem sugerir comprometimento hepático.
  • Crises convulsivas novas ou com padrão diferente do habitual.
  • Febre, sinais de infecção ou sangramentos inexplicados.
  • Manifestações compatíveis com reação alérgica, como urticária extensa, inchaço de face ou lábios e falta de ar.

A ocorrência de reações adversas deve ser comunicada ao médico, ao farmacêutico ou ao sistema de farmacovigilância do país. Este conteúdo não minimiza riscos nem afirma ausência de efeitos indesejáveis.

Interações com medicamentos, alimentos e suplementos

As fontes regulatórias descrevem interações relevantes relacionadas ao metabolismo do vorasidenibe e ao seu efeito sobre enzimas hepáticas.

  • Inibidores fortes ou moderados da enzima CYP1A2 podem aumentar a exposição ao vorasidenibe. A bula descreve que o uso concomitante deve ser evitado.
  • Indutores moderados da CYP1A2, incluindo determinados anticonvulsivantes e antimicrobianos, podem reduzir a exposição ao medicamento. A bula descreve que o uso concomitante deve ser evitado.
  • O vorasidenibe atua como indutor de diversas enzimas metabólicas, entre elas CYP3A, CYP2B6, CYP2C8, CYP2C9, CYP2C19 e UGT1A4, podendo reduzir a concentração de medicamentos que dependem dessas vias.
  • Contraceptivos hormonais podem ter sua concentração reduzida, com risco de falha contraceptiva.
  • O tabagismo pode reduzir a exposição ao medicamento por indução enzimática.

O leitor deve informar ao médico ou farmacêutico todos os medicamentos, suplementos, vitaminas, fitoterápicos e produtos de venda livre que utiliza. Informações sobre alimentos, bebidas e suplementos específicos devem ser esclarecidas com a equipe assistente.

Uso em grupos específicos

Gestantes

As fontes oficiais descrevem potencial de dano fetal, com base em estudos em animais. A situação de gravidez deve ser verificada antes do início do tratamento, e o uso durante a gestação depende de avaliação médica individualizada.

Lactantes

A bula de referência descreve que a amamentação não é recomendada durante o tratamento e por período definido após a última dose. A conduta deve ser definida pelo profissional responsável.

Crianças e adolescentes

A indicação descrita nas fontes oficiais abrange pacientes com 12 anos ou mais, com posologia definida conforme o peso corporal. A segurança e a eficácia em menores de 12 anos não foram estabelecidas.

Idosos

A representação de pessoas com 65 anos ou mais nos estudos clínicos foi limitada. As fontes oficiais não descrevem ajuste de dose específico em razão da idade isoladamente.

Pessoas com alterações renais

As fontes oficiais não descrevem ajuste de dose para comprometimento renal leve a moderado. Em situações de comprometimento renal grave ou diálise, descreve-se monitorização mais atenta de reações adversas.

Pessoas com alterações hepáticas

As fontes oficiais não descrevem ajuste de dose para comprometimento hepático leve a moderado. Em comprometimento hepático grave, descreve-se monitorização mais atenta de reações adversas.

Armazenamento e conservação

As fontes oficiais referentes ao princípio ativo descrevem armazenamento em temperatura entre 20 ºC e 25 ºC, com excursões permitidas entre 15 ºC e 30 ºC, mantendo o produto no frasco original com o dessecante, quando presente.

A embalagem deve permanecer fechada e protegida da umidade. O produto deve ser mantido fora do alcance de crianças.

O prazo de validade consta impresso na embalagem. O produto não deve ser utilizado após a data indicada nem quando houver alteração de aspecto dos comprimidos ou sinais de violação da embalagem. As condições exatas de conservação devem ser conferidas na bula da apresentação adquirida, pois podem variar entre fabricantes.

Informações que devem ser conferidas na embalagem

  • Nome do produto, identificação do princípio ativo e concentração declarada.
  • Quantidade de comprimidos por embalagem.
  • Número de lote e data de validade.
  • Identificação do fabricante e do responsável pela importação, quando aplicável.
  • Número do registro sanitário e país de origem.
  • Condições de conservação.
  • Integridade do lacre e do frasco.

Diferença entre nome comercial e princípio ativo

LUCIVORA® é o nome comercial atribuído pelo fabricante. Vorasidenibe é a denominação comum do princípio ativo, utilizada em documentos técnicos, bulas e publicações científicas.

O mesmo princípio ativo é comercializado com outros nomes comerciais em diferentes países, incluindo a marca de referência registrada nos Estados Unidos e na União Europeia. Informações de bula, apresentações disponíveis e condições de registro podem variar entre esses produtos, o que torna importante conferir a documentação específica da apresentação adquirida.

Perguntas frequentes sobre LUCIVORA® 40 MG

Para que serve o produto LUCIVORA® 40 MG?

Conforme fontes regulatórias internacionais referentes ao princípio ativo, o vorasidenibe está associado ao tratamento de astrocitoma ou oligodendroglioma de grau 2 com mutação suscetível de IDH1 ou IDH2, em pacientes com 12 anos ou mais, após cirurgia. A indicação deve ser confirmada por um médico.

Qual é o princípio ativo do produto LUCIVORA® 40 MG?

O princípio ativo é o vorasidenibe, um inibidor das formas mutantes das enzimas IDH1 e IDH2.

Qual é a forma farmacêutica e a apresentação?

Trata-se de comprimido revestido de 40 mg, em embalagem com 30 comprimidos. As fontes oficiais referentes ao princípio ativo descrevem também a existência de comprimidos de 10 mg.

Qual é a via de administração do produto LUCIVORA® 40 MG?

A via descrita nas fontes oficiais é a oral, com o comprimido ingerido inteiro, com ou sem alimentos.

O produto LUCIVORA® 40 MG precisa de receita?

Trata-se de medicamento de prescrição, de uso oncológico especializado. As exigências documentais para aquisição e importação variam conforme o país e a legislação sanitária aplicável, e devem ser verificadas junto a um médico ou farmacêutico.

Qual é o preço do produto LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS?

O preço pode variar conforme o país, a apresentação, a concentração, o tamanho da embalagem, o estabelecimento e as condições comerciais. Para consultar o valor vigente, verifique farmácias, distribuidores ou canais oficiais autorizados.

É necessário realizar exames antes e durante o tratamento?

As fontes oficiais descrevem confirmação da mutação de IDH1 ou IDH2 por teste laboratorial e monitorização periódica das enzimas hepáticas, com frequência definida na bula. A conduta é definida pelo médico responsável.

O produto LUCIVORA® 40 MG pode ser usado por crianças?

A indicação descrita nas fontes oficiais abrange pacientes com 12 anos ou mais. A segurança e a eficácia em menores de 12 anos não foram estabelecidas.

O produto LUCIVORA® 40 MG pode ser usado por idosos?

As fontes oficiais não descrevem ajuste de dose específico em razão da idade. A representação dessa faixa etária nos estudos clínicos foi limitada.

O produto LUCIVORA® 40 MG pode ser usado na gravidez?

As fontes oficiais descrevem potencial de dano fetal. A situação de gravidez deve ser verificada antes do início do tratamento, e o uso depende de avaliação médica individualizada.

O produto LUCIVORA® 40 MG pode ser usado durante a amamentação?

A bula de referência descreve que a amamentação não é recomendada durante o tratamento e por período definido após a última dose.

Quais são as reações adversas mais relatadas?

Fadiga, cefaleia, dor musculoesquelética, diarreia, náusea e crises convulsivas estão entre os eventos descritos com maior frequência, além de alterações laboratoriais hepáticas.

O produto LUCIVORA® 40 MG tem interações com outros medicamentos?

Sim. As fontes oficiais descrevem interações com inibidores e indutores da enzima CYP1A2 e efeito indutor sobre diversas enzimas metabólicas, com possível redução da eficácia de outros medicamentos, incluindo contraceptivos hormonais.

Como o produto LUCIVORA® 40 MG deve ser armazenado?

As fontes oficiais referentes ao princípio ativo descrevem armazenamento entre 20 ºC e 25 ºC, no frasco original, protegido da umidade. A informação deve ser confirmada na bula da apresentação adquirida.

Existem outras concentrações disponíveis?

As fontes oficiais referentes ao princípio ativo descrevem comprimidos de 10 mg e de 40 mg. A disponibilidade de cada concentração depende do país e do detentor do registro.

Quando é necessário procurar um médico ou farmacêutico?

Sempre que houver dúvida sobre indicação, dose, contraindicações, interações ou reações adversas, e diante de sinais sugestivos de comprometimento hepático, crises convulsivas, febre ou qualquer sintoma novo, intenso ou persistente.

Considerações finais

LUCIVORA® 40 MG 30 COMPRIMIDOS VORASIDENIBE LUCIUS é um medicamento oral cujo princípio ativo é o vorasidenibe, inibidor das formas mutantes das enzimas IDH1 e IDH2. As fontes regulatórias internacionais descrevem seu uso em astrocitoma ou oligodendroglioma de grau 2 com mutação suscetível, em pacientes com 12 anos ou mais, após cirurgia.

Entre os pontos de atenção estão a necessidade de confirmação molecular antes do início do tratamento, a monitorização periódica das enzimas hepáticas, as interações medicamentosas relevantes e as orientações sobre contracepção.

As informações apresentadas neste texto são gerais, de caráter educativo, e referem-se majoritariamente ao princípio ativo, podendo não refletir integralmente a bula da apresentação comercializada em cada país. A bula oficial deve ser consultada, e dúvidas sobre indicação, dose, contraindicações, interações ou reações adversas devem ser esclarecidas com um médico, farmacêutico ou outro profissional habilitado.

Fontes consultadas

  1. National Library of Medicine (NIH), DailyMed — VORANIGO (vorasidenib) tablet, film coated
  2. U.S. Food and Drug Administration — FDA approves vorasidenib for Grade 2 astrocytoma or oligodendroglioma with a susceptible IDH1 or IDH2 mutation

As informações apresentadas possuem caráter exclusivamente educativo e informativo. Este conteúdo não substitui avaliação, diagnóstico ou orientação de profissionais de saúde. Consulte sempre um médico ou outro profissional habilitado para obter orientações individualizadas.

Conteúdo revisado pela equipe farmacêutica da Relifarm Medicamentos Informações verificadas por farmacêutico habilitado, conforme a legislação sanitária vigente. Última revisão em .

Fontes consultadas

Dúvidas Frequentes

Quais são os documentos necessários para a importação?
  • Prescrição (receita) e Laudo Médico, redigidos em português, contendo:
    • Nome completo e endereço do paciente
    • Nome comercial e/ou princípio ativo do medicamento
    • Quantidade prescrita
    • Posologia
    • Data de emissão (validade de até 180 dias)
    • Assinatura, carimbo com nome legível e número do CRM do médico responsável
  • Cópia simples do documento de identidade (ou certidão de nascimento, no caso de menores de idade).
  • Cópia simples do CPF do paciente.
  • Comprovante de residência (em nome do paciente ou com vínculo comprovado).
  • Caso o paciente não seja o responsável, também é necessário enviar cópias simples do RG e CPF do responsável legal.
  • Os documentos podem ser enviados por e-mail.
Qual é o prazo de entrega do medicamento?
O processo de importação direta para o paciente leva, em média, 15 a 25 dias úteis, contados a partir do recebimento completo da documentação.

Durante esse período, o pedido passa por fiscalizações e liberações sanitárias no país de origem e no Brasil, garantindo que o medicamento chegue ao paciente com a devida conformidade e qualidade.
O medicamento pode ser tributado?
Medicamentos destinados a pessoa física são isentos de imposto de importação e de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para valores de até US$ 10.000.

Valores acima desse limite estão sujeitos à tributação, que será previamente calculada e informada.
Quais são as formas de pagamento?
Oferecemos as seguintes opções:
  • PIX
  • Depósito em conta
  • Link de pagamento via cartão (sistema seguro)
Como saber o valor do medicamento e do frete?
Após solicitar a cotação, você receberá um e-mail com todas as informações. Para dar continuidade, basta enviar os formulários preenchidos e a documentação solicitada por e-mail.
Quero acompanhar meu pedido. Como faço?
Assim que o medicamento for despachado, você receberá um código de rastreamento, que permite o acompanhamento detalhado de todas as etapas do envio.
Posso cancelar um pedido?
O pedido pode ser cancelado somente até o momento em que for despachado pelo fornecedor no país de origem. Após o envio, não é mais possível realizar o cancelamento.

Importante: As legislações da Europa e dos Estados Unidos não permitem a devolução de medicamentos ao laboratório, mesmo em caso de desistência.

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